UMA PEQUENA HOMENAGEM AOS PEIXES DESPORTIVOS DOS NOSSOS MARES E RIOS, TENTANDO CRIAR UMA MENTALIDADE DESPORTIVA PARA COM ELES. PENSAR NA CAPTURA E SOLTA COMO ALGO NORMAL, LEMBREM-SE QUE UM VERDADEIRO PREDADOR NÃO MATA POR PRAZER!!!
BIOLOGIA: o corpo hidrodinâmico e o ventre achatado do barbo, ajudam-no a manter-se junto ao fundo do rio, onde se alimenta. Apesar de preferir águas de correntes rápidas também pode sobreviver em barragens ou lagos. A sua boca está rodeada de quatro barbilhos (de onde vem o seu nome); estes barbilhos estão equipados com células gustativas e tácteis que funcionam como línguas externas com os quais o peixe pode examinar possíveis alimentos. A região dorsal normalmente é castanho-esverdeado, o ventre branco ou avermelhado. Os juvenis apresentam manchas escuras na zona dorsal que desaparecem ao atingir o estado adulto. Na época nupcial ou de reprodução os machos apresentam uns tubérculos na zona do focinho. É um adversário maravilhoso e nobre, a sua luta é das mais emocionantes que se podem gozar em água doce, as suas arrancadas ou sentir-se capturado são épicas e somente quando já não lhe restam forças é que se dá por vencido. A força da sua luta está comparada com a de um salmão de igual peso e tamanho!! As fêmeas escavam um sulco onde depositam os ovos. Ingerem areia o que ajuda à digestão dos alimentos. Realizam migrações pré-reprodutivas para zonas lóticas. Efectuam pequenas migrações para cursos de água com o fundo de cascalho, com águas correntes e límpidas onde realiza a postura.
ALIMENTAÇÃO: vegetação aquática, insectos, crustáceos, minhocas e peixe. MÉTODOS DE PESCA: carpfishing, bolonhesa, inglesa, francesa, mosca.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 11,600 quilos e foi capturado nas lagoas de Ruidera por Félix no ano 2007.
DISTRIBUIÇÃO: América do Norte sobretudo nas montanhas nevadas de Califórnia.
BIOLOGIA: a bela truta dourada é natural de grande altitude, no rio Kren nas montanhas da Serra nevada da Califórnia. Conserva as sua côres juvenis durante toda a vida, por esse facto é sem dúvida a truta mais bonita de todas. Mas não por isso deixa de ser menos combativa que os outros exemplares da sua espécie. Só habita em rios de alta montanha com àguas frias e cristalinas, mas também pode ser encontrada em lagos que se situem a mais de 2.100 metros de altitude. A captura de um exemplar de proproções iguais à da foto é simplesmente épica. Até existe uma espressão para os pescadores que conseguem tal cometido. "Tenho um bilhete dourado para o céu". Assim é como qualquer pescador americano diz a outro que capturou um truta dourada de um tamanho extraordinário. É a única truta que enterra os seus ovos, em ninhos subterrâneos, uma forma muito inteligente de manter a sua prole a salvo até a éclosão.
ALIMENTAÇÃO: todo tipo de insectos do seu habitat, crustáceos y anélidos, ao atingir a idade madura também se alimenta de peixes.
MÉTODOS DE PESCA: à mosca, spinning, à bóia, corrico, jigging.
O VIDEO: um paraiso terrestre, só assim se poderia classificar o habitat da truta dourada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 4,980 quilos e foi capturada por Chas Reed no dia 05/08/1948 no lago Cooks em Wyoming, USA. HOMENAGEM AOS AMIG@S
DISTRIBUIÇÃO: Este do Oceano Pacífico, Califórnia e norte dos Estados Unidos.
BIOLOGIA: da variada família das trutas a truta de clark é a única que têm o corpo verde, esta tonalidade combina com um mosqueado de pintas negras que lhe permite uma magnífica camuflagem. Embora a tonalidade possa mudar a única coisa que nunca muda é a meia lua vermelha que se encontra debaixo do maxilar inferior, por vezes também possui uma ligeira linha de côr cobre ao longo do flanco. A forma migratória costeira apresenta um dorso verde e flancos prateados ou verde-azeitona. Esta não é a típica truta de montanha que se pode pescar à mosca com equipamento ligeiro, trata-se de um verdadeiro colosso da família das trutas. Devido à enorme variedade de côres que esta truta consegue adaptar dependendo do habitat, a única côr (vermelha) que sempre permanece é a forma de meia lua que se encontra debaixo do maxilar inferior, daí ser conhecida nos EUA como "red throated" truta de garganta vermelha.
ALIMENTAÇÃO: muito variada, mas sobertudo de pequenos insectos, larvas, caracóis e ao atingir um estado adulto, qualquer animal do seu habitat.
MÉTODOS DE PESCA: mosca, spinning, à deriva, corrico. VIDEO: uma pequena amostra da pesca desta truta e dos paraísos onde ela habita.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 18,590 quilos e foi capturada por John Skimmerhorn no dia 01/12/1925 no lago Pyramid em Nevada, EUA. HOMENAGEM AOS AMIG@S
DISTRIBUIÇÃO: uma espansão quase global, desde que sejam àguas tropicais ou temperadas. Oeste do Atlântico, Massachusetts, até Argentina passando por Marrocos, Senegal e Angola. Kenya e África do Sul, India, Vietnam e Austrália.
BIOLOGIA: os tubarões são um grupo muito antigo de peixes caracterizado pelo seu esqueleto cartilaginoso, por uma pele coberta de minúsculas escamas que parecem espinhos denominadas escamas placóides. O seu tamanho pode variar entre os 60cm e os 18m de comprimento. Como qualquer tubarão o Buldogue é um desafio para a pesca desportiva. Para muitos os tubarões são os peixes perfeitos. O buldogue é um exemplo mais que satisfatório desta espécie, grande e perigoso encontra-se práticamente por todo o mundo. Raramente se afasta muito da costa e penetra frequentemente em rios; existem mesmo populações que vivem em lagos, muito especialmente no Lago Nicarágua. Com alguns casos de ataques a banhistas. É uma pesca exaustiva, só para pescadores de barba rija, pois a luta com um de estes bichinhos pode durar várias horas.É uma espécie que se adapta muito bem em àquarios, por isso não é estranho vê-lo nos mais famosos àquarios em todo o mundo.
ALIMENTAÇÃO: alimenta-se de qualquer ser vivo do seu habitat.
MÉTODOS DE PESCA: corrico, à deriva, surfcasting e à mosca.
O VIDEO: os pequenos pescadores também pescam grandes peixes.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 316,500 quilos e foi capturado por Ronald de Jager no dia 24/03/2001 em Malíndi, Kenya. HOMENAGEM AOS AMIG@S
BIOLOGIA: a solha europeia é outro de esses "famosos" peixes chatos do nosso mar, espécie bastante comun, esta espécie de solha possui umas pequenas manchas vermelhas ou côr de laranja na total extensão do seu corpo, tal não acontece com a sua "prima" americana. Outra particularidade é a posição dos seus olhos que na solha europeia se encontram no lado direito da cabeça. Vivem em fundos mixtos de areia e lodo numa profundidade média de 100m. É o peixe chato mais importante na pesca comercial em Europa. E desportivamente falando a sua pesca também é das mais procuradas, devido ao grande tamanho que alcança e à delicadeza da sua carne. Como quase todos os peixes chatos a sua actividade principal é nocturna, embora se possam capturar durante o dia. A solha Europeia também existia no Mediterrâneo, mas devido ao aquecimento das àguas foi desaparecendo e agora só se pode encontrar esta espécie no Atlântico Norte.
ALIMENTAÇÃO: moluscos, anélidos. MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, à deriva, pesca embarcada.
O VIDEO: un pequeno video deste magnifico animal no seu habitat.
RÉCORD IGFA: encontra-se em ? HOMENAGEM AOS AMIG@S
LONGEVIDADE: 26 anos PROFUNDIDADE: 0 - 150 metros.
COMPRIMENTO: 70 cêntimetros. PESO: 3 quilos.
DISTRIBUIÇÃO: oceano Atlântico e Mediterrâneo.
BIOLOGIA: é um peixe chato bastante comum, é castanho com manchas escuras no dorso e de um branco cremoso na parte inferior ou ventral. Passa o dia enterrado na areia, alimentando-se durante a noite em águas pouco profundas ou de profundidade média. A sua capacidade de mimetismo é estraordinária, se estiver imóvil é quase impossivel detectar a sua presença, qualquer aficionado da caça submarina sabe o dificíl que é a captura de esta espécie. O linguado é um peixe normalmente solitário e só durante a sua fase juvenil permanece em cardumes reduzidos. É raro efectuar mais de duas ou três capturas na mesma sessão de pesca, se não se muda de zona. No inverno têm o hábito de deslocar-se a grandes profundidades, talvez devido à falta de alimento ou em busca de melhores temperaturas. A sua carne é muito valorada em qualquer mercado, branca e saborosa. Como peixe lutador não se lhe pode pedir muito; devido à sua forma achatada, a ùnica defesa que possui é a da resistência, primeiro tenta colar-se ao fundo e se esta técnica falha forma uma "U" com o seu corpo adoptando a forma de um parapente, o que muitas vezes provoca tal pressão na cana do pescador que lhe permite escapar-se. Normalmente trata-se de capturas esporádicas, pois salvo pescadores profissionais ninguém "desportivamente" se dedica a pescar linguados. No entanto é um peixe que deixa qualquer pescador desportivo com um enorme sorriso se têm a fortuna de o capturar. O linguado ao nascer têm a mesma forma que qualquer outro alevín, só ao passar ao estado juvenil é que se transforma para a forma achatada à qual estamos habituados a ver.
ALIMENTAÇÃO: anélidos, crustáceos, moluscos.
MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, à bóia, à deriva, pesca embarcada, jigging. RÉCORD IGFA: encontra-se em 0,800 quilos e foi capturado por P.C.Ouwendijk no dia 12 Julho de 1997 no mar do norte, Netherlands.
DISTRIBUIÇÃO: Atlântico ocidental desde Massachusetts, para o sul até ao Brasil.
BIOLOGIA: o charuteiro menor adulto é muito parecido ao catarino, mas as barras escuras na sua cabeça convergem para a cabeça. Trata-se de um peixe muito mais pequeno que o catarino e normalmente não alcança pesos superiores aos 5 quilos. Os exemplares jovens desta espécie caracterizam-se por uma série de barras castanho escuro, normalmente separadas entre sí por zonas mais claras. Estas barras escuras desaparecem à medida que o peixe vai amadurecendo. Durante a sua juventude o charuteiro menor têm por costume seguir a grandes predadores como por exemplo; os tubarões, atuns ou espadartes para aproveitar os restos das suas capturas. A sua côr vai desde um verde azeitona ou castanho escuro com bandas prateadas nos flancos laterais. Embora sejam de menor tamanho que os outros carangídeos vivem em maiores profundidades. São predadores vorazes e rápidos e é muito raro vê-los em zonas costeiras, quase toda a sua vida têm lugar no alto mar. A sua luta caracteriza-se por largas corridas para a profundidade e quando se sente arrastado para a superficíe dá grandes cabeças para tentar livrar-se do anzol.
ALIMENTAÇÃO: lulas, polvos, peixe e crustáceos.
MÉTODOS DE PESCA: jigging, spinning, pesca embarcada e à deriva. RÉCORD IGFA: encontra-se em HOMENAGEM AOS AMIG@S
DISTRIBUIÇÃO: este do oceano Atlântico, México e Flórida.
BIOLOGIA: este grande corvinão também conhecido como peixe vermelho, possui uma coloração avermelhada e uma ou mais manchas escuras na base da cauda. O seu corpo não é tão deprimido quanto o do corvinão negro e não tem barbilhos no queixo. Têm especial debelidade por zonas com fundos de areia ou uma mistura de areia e lodo. Encontra-se normalmente en zonas de estuários e baías e zonas com muita rebentação devido a que preferem estas àguas revoltadas para capturar o seu petisco favorito, o caranguejo da costa. Nos Estados Unidos é um peixe altamente valorizado pelos pescadores de spinning e de mosca que a capturam a "peixe visto" uma técnica muito distendida na qual utilizam uma plataforma em cima das embarcações para ganhar altura sobre o nivel da àgua e assim poder ver o corvinão de pintas ou Red drum como ali é conhecido. O acasalamento e reprodução depende da zona onde se encontra, na Flórida por exemplo dá-se no Outono e no Golfo do México entre Agosto e Dezembro. Os machos emitem um som ou ronquido semelhante ao de um tambor, daí ser também conhecido como Red Drum. Esta espécie procura nos baixios caranguejos utilizando o focinho para os levantar da areia, e devido ao tamanho deste peixe normalmente a sua cauda sai fora de àgua, momento em que é avistada pelo pescador para lançar a mosca ou a amostra correspondente e assim tentar enganar o corvinão. A sua luta devido à pouca profundidade onde é capturado normalmente, consiste em corridas esgotadoras para o pescador que têm sempre a sensação de falta de linha no carrete.
ALIMENTAÇÃO: crustáceos, moluscos, e pequenos peixes. Especialmente de taínhas. MÉTODOS DE PESCA: spinning, mosca, surfcasting, bóia, corrico, à deriva, pesca embarcada.
VIDEO: a captura de um corvinão de pintas na Flórida ao spinning.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 42.690 quilos e foi capturado por David Deuel no dia 07 de Novembro de 1984 em Avon Carolina do Norte, EUA.
DISTRIBUIÇÃO: desde Nova Inglaterra até às Bremudas e Brasil.
BIOLOGIA: esta espécie deve o seu nome à particular forma que têm de conseguir alimento, a técnica utilizada pelo Jolthead é a de sacudir a cabeça para conseguir arrancar os moluscos da rocha. O seu corpo é de um amarelo prateado metálico com tonalidades azuladas, possui uma linha azul por debaixo de cada olho e uma mancha côr de laranja em cada canto da boca. Perfere fundos mistos de areia e rocha ou coralinos, mas com um denominador común, a existência de algas. Os adultos são normalmente solitários, e somente formam casal na época de procriação. Peixe combativo como poucos faz lembrar muitos vezes um pargo devido à forma como se defende, com rápidas corridas para o fundo e um torrente de cabeçadas. A carne do Jolthead é muito apetitosa mas pode provocar ciguatera.
ALIMENTAÇÃO: moluscos, anélidos. MÉTODOS DE PESCA: pesca embarcada, surfcasting.
O VIDEO: um video deste maravilhoso peixe no seu habitat.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 10.540 quilos e foi capturado no dia 11 março de 1990 por Harm Wilder na praia da Madeira, Flórida, USA. HOMENAGEM AOS AMIG@S
FAMÍLIA: escombrídeos. LONGEVIDADE: 9 anos. PROFUNDIDADE: 0 - 600 metros.
COMPRIMENTO: 140 cêntimetros.
PESO: 43 quilos.
DISTRIBUIÇÃO: global.
BIOLOGIA: também conhecido como atum de barbatanas largas o atum voador ou albacore, é uma máquina perfeita. Devido às suas barbatanas peitorais, que se estendem até ultrapassar o início da barbatana anal, este peixe é uma autêntica flecha. Estas barbatanas ajudam a destingui-lo de outras espécies de atum tais como o atum rabilo ou o azul. Um cosmopolita em todas as àguas tropicais, temperadas e até no Mediterrâneo, adora mergulhar a grandes profundidades, normalmente para alimentar-se de lulas, o seu petisco favorito. Em zonas onde se encontrem grandes quantidades de sargaços é muito provável encontrar grandes concentrações desta espécie, também têm o costume de seguir e agrupar-se debaixo de grandes objectos que se encontrem à deriva. Normalmente as maiores concentrações desta espécie têm lugar no chamado tremoclima (profundidade subaquática na qual a temperatura caí em picado). Alcançam a maturidade sexual com cerca de 90cm, os seus ovos são muito apreciados no mercado e chegam a atingir preços considerados abusivos. Na sua pesca utiliza-se tanto o isco vivo como as amostras, a tainha, a anchova ou a sardinha são alguns dos iscos mais utilizados pelos profissionais que se dedicam à sua captura. O atum voador é provávelmente um dos peixes mais combativos das nossas àguas, um lutador incansável que deixará esgotado qualquer pescador.
ALIMENTAÇÃO: peixes, crustáceos e lulas. MÉTODOS DE PESCA: corrico, spinning, jigging.
O VIDEO: um pequeno video da captura de um atum voador ou albacore.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 39,970 quilos e foi capturado por Sigfried Dickemann no dia 19 de Novembro de 1977 na ilha de Gran Canaria, España. HOMENAGEM AOS AMIG@S
DISTRIBUIÇÃO: oeste do Oceano Índico, desde Àfrica do Sul até Madagascar e provávelmente Moçambique.
BIOLOGIA: parece um peixe de aquário gigante, porém este maravilhoso ser é um serranídeo, da mesma família que o tão famoso mero. Com tal é hemafrodita (possui a capacidade de alterar o seu sexo de femenino a masculino dependendo da necessidade). Apesar da sua beleza indescrítivel é um predador incansável, e muito rápido. Perfere fundos de rocha ou coral com bastante vegetação, com um comportamento pouco gregário a não ser na época do acasalamento em que se podem agrupar vários individuos. Adaptado a grandes profundidades as suas capturas não são frequentes, e é uma verdadeira alegria para o afortunado que têm a sorte de conseguir uma. Não só pela sua beleza mas também pela magnifica carne que possuí esta espécie.
ALIMENTAÇÃO: peixes, crustáceos.
MÉTODOS DE PESCA: jigging, pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: Steve Ozniak capturou este exemplar de Gorgeous Swallowtail no dia 25 de Janeiro de 2018. Durante uma sessão de jigging na costa de Watamu em Kenya. Se fôr homologado pela IGFA, será o novo récord, já que até ao momento não existia récord para esta espécie.
DISTRIBUIÇÃO: noroeste do oceano Pacífico e sul de Koreia.
BIOLOGIA: o blackfin é um peixe que habita águas costeiras e estuários, bastante parecido ao nosso robalo, mas muito menos combativo, no entanto com a suficiente capacidade para fazer suar a qualquer pescador pois é um especialista em utilizar o fundo marinho como defesa, cozendo-se às pedras como a mais sábia das corvinas. É muitas vezes confundido com o seu primo japonês o Lateolabrax japonicus (Suzuki). A boca é muito parecida à do Trapão, muito mais grande e óssea que a do robalo Europeu. No entanto a sua fisionomia é muito parecida ao tão famoso robalo americano o Morone saxatilis, a grande diferença é que nesta espécie os maiores peixes são normalmente capturados em pouca profundidade e junto a rochas. Um troféu para os nossos amigos Japoneses.
ALIMENTAÇÃO: camarão,caranguejo, pequenas lagostas, sardinhas e anchovas.
MÉTODOS DE PESCA: corrico, spinning, mosca, jigging, surfcasting.
VIDEO: uma pequena amostra da captura deste magnífico peixe.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 10,910kg e foi capturado por Yuki Inoue no dia 10/02/2011 em Katsuura, Chiba, Japão.