AMIGOS DE PEIXES DESPORTIVOS DO MUNDO

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O CORVINÃO NEGRO - Pogonías cromís (Linnaeus, 1766)

FAMÍLIA: escienídeos.

LONGEVIDADE: 43 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 10 metros.

COMPRIMENTO: 170 cêntimetros.

PESO: 50 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: desde Nova Escócia até ao México; Brasil e Argentina.
BIOLOGIA:  encontra-se normalmente em fundos mistos de areia e lodo ou cascalho, especialmente en zonas costeiras com entradas de rios, mais conhecidas por "barras" ou "deltas". Os alevins entram com frequência nos estuários para alimentar-se. Migra para águas mais quentes durante o inverno, a sua época de reprodução. Altura em que pode ser encontrado junto a grandes paredes rochosas. É um peixe muito desportivo, a sua luta consiste em grandes corridas com cabeçadas contínuas. A sua côr pode variar dependendo do habitat, embora esteja sempre em tons escuros que podem variar do cinzento prateado ao castanho escuro, durante a sua juventude possuí quatro riscas verticais em ambos costados de côr negra que desaparecem ao atingir o estado adulto. Alimenta-se principalmente no fundo e para isso utiliza uns enormes barbilhos que possui na mandibula inferior que funcionam como detectores de movimento, pode assim encontrar o alimento enterrado. A pesca do black drum ou corvinão negro é muito comun em molhes e estruturas marinhas criadas pelo homem. O black drum pertence à familía dos roncadores, peixes que possuem uma bexiga natatória que lhes permite provocar ruidos para o acasalamento parecidos aos de um tambor, embora todos os peixes tenham bexigas natatórias, só esta familía tem uns músculos especiais nas paredes da bexiga que lhes permite efectuar esse som foi o que lhe deu o nome, drum (tambor).
ALIMENTAÇÃO: crustáceos, moluscos e peixe.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, jigging, corrico, mosca, sufcasting.

VIDEO: a captura de um black drum.
RÉCORD IGFA: encontra-se em, 51.280 quilos e foi capturado por Gerald Townsend no dia 15 de setembro de 1975 em Lews, Delaware, USA.

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

A TREMELGA DO ATLÂNTICO - Torpedo torpedo (Linnaeus, 1758)

FAMÍLIA: rajiídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 400 metros.

COMPRIMENTO: 150 cêntimetros.

PESO: 20 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: este do Oceano Atlântico, Baía de Biscaia e por todo o Meditêrraneo até Angola.
BIOLOGIA: as raias propriamente ditas são membros dos raiídeos que compreende cerca de 100 espécies e é a maior família dentro da orden dos raiformes. A maior parte das raias são de um côr castanha mosqueada com a parte inferior esbranquiçada e as caudas são relativamente grossas. Durante o dia, costumam repousar no fundo, ficando parcialmente enterradas na areia ou lodo. Tornando-se muito mais activas durante a noite, altura em que se alimentam. A raia em questão é talvez a mais perigosa que se pode encontrar numa noite de pesca, salvo conhecimento da espécie. Este bichinho pode produzir uma descarga elétrica de 200 voltios. Suficiente para mandar ao pescador incauto para o hospital ou pior. Conhecem-se cerca de 35 espécies de tremelgas com órgãos elétricos, esta é uma das mais perigosas, a raia no seu habitat natural efectua a captura das suas presas enrolando a "victima" nas suas barbatanas peitorais e efectua descargas elétricas até matar ou aturdir a presa, estas descargas são produzidas pelos blocos musculares que existem a cada lado da cabeça. A tremelga nasce com 9 cêntimetros e com este tamanho já têm a capacidade de descarga de  200 voltios, por isso se virem na praia este bichinho tão bonito lembrem-se do velho ditado. "Mais vale pervenir que remediar". Na ordem dos raiformes a grande diferença da família raiídeos é que na maior parte das famílias os ovos são fertilizados e eclodem dentro do corpo da fêmea; no caso dos raiídeos os ovos fertilizados internamente são expulsos antes da eclosão.
ALIMENTAÇÃO: anélidos, crustáceos, peixe.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, pesca embarcada, spinning, jigging, à mosca.

O VIDEO: uma tremelga no seu habitat.
RÉCORD IGFA: encontra-se em

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terça-feira, 21 de maio de 2013

O BARBO "CIGANO" - Luciobarbus sclateri (Günther, 1868)

FAMÍLIA: ciprinídeos.

LONGEVIDADE: 18 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 20 metros.

COMPRIMENTO: 1 metro.

PESO: 8 kilogramos.

DISTRIBUIÇÃO: Europa, principalmente sul de Espanha e Portugal, nos rios Segura, Vélez e Mira, Seixe e Arade. 
BIOLOGIA: possivelmente o mais bonito dos barbos, e o mais fácil de identificar devido ao ventre de côr amarelo ou laranja que identifica esta espécie. O barbo cigano ou "gitano" como é vulgarmente chamado pelos "nuestros hermanos". As fêmeas alcançam fácilmente os 40 cêntimetros, já foram pescados muitos exemplares com medidas por cima do metro de comprimento. Os machos são mais pequenos e na época da desova mostram como a maioria dos barbos tubérculos nasais. As côres vão desde o verde azeitona ao amarelo-laranja. Como todos os barbos são uma verdadeira delícia para pescar, neste caso em particular, não só pela magnífica luta que dão mas também pelo bonitos que são estes peixes. Na Andalucía (Espanha) o barbo "sclateri" sofre uma grande mortandade devido à péssima costume que têm esta espécie de habitar pequenos lagos formados pelas enchentes dos rios, durante o verão devido ao calor extremo desta provincía os lagos secam com consequente morte de milhares destes belos barbos. Estes peixes são uma espécie própria da Peninsula Ibérica, não existem em mais lugar nenhum do mundo.
ALIMENTAÇÃO: vegetação aquática, insectos, anélidos, crustáceos e peixe.

MÉTODOS DE PESCA: carpfishing, bolonhesa, francesa, inglesa, spinning, mosca.
 RÉCORD IGFA: encontra-se em


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O BARBO COMÚN - Luciobarbus bocagei (Steindachner, 1864)


FAMÍLIA: ciprinídeos.

LONGEVIDADE: 11 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 30 metros.

COMPRIMENTO: 80 centímetros.

PESO: 11 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Europa. 
BIOLOGIA: o corpo hidrodinâmico e o ventre achatado do barbo, ajudam-no a manter-se junto ao fundo do rio, onde se alimenta. Apesar de preferir águas de correntes rápidas também pode sobreviver em barragens ou lagos. A sua boca está rodeada de quatro barbilhos (de onde vem o seu nome); estes barbilhos estão equipados com células gustativas e tácteis que funcionam como línguas externas com os quais o peixe pode examinar possíveis alimentos. A região dorsal normalmente é castanho-esverdeado, o ventre branco ou avermelhado. Os juvenis apresentam manchas escuras na zona dorsal que desaparecem ao atingir o estado adulto. Na época nupcial ou de reprodução os machos apresentam uns tubérculos na zona do focinho. É um adversário maravilhoso e nobre, a sua luta é das mais emocionantes que se podem gozar em água doce, as suas arrancadas ou sentir-se capturado são épicas e somente quando já não lhe restam forças é que se dá por vencido. A força da sua luta está comparada com a de um salmão de igual peso e tamanho!! As fêmeas escavam um sulco onde depositam os ovos. Ingerem areia o que ajuda à digestão dos alimentos. Realizam migrações pré-reprodutivas para zonas lóticas. Efectuam pequenas migrações para cursos de água com o fundo de cascalho, com águas correntes e límpidas onde realiza a postura.
ALIMENTAÇÃO: vegetação aquática, insectos, crustáceos, minhocas e peixe.

MÉTODOS DE PESCA: carpfishing, bolonhesa, inglesa, francesa, mosca.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 11,600 quilos e foi capturado nas lagoas de Ruidera por Félix no ano 2007.

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quinta-feira, 9 de maio de 2013

A TRUTA DOURADA - Oncorhynchus aguabonita (Jordan, 1892)

FAMÍLIA: salmonídeos.

LONGEVIDADE: 7 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 100 metros.

COMPRIMENTO: 70 cêntimetros.

PESO: 5 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: América do Norte sobretudo nas montanhas nevadas de Califórnia.
BIOLOGIA: a bela truta dourada é natural de grande altitude, no rio Kren nas montanhas da Serra nevada da Califórnia. Conserva as sua côres juvenis durante toda a vida, por esse facto é sem dúvida a truta mais bonita de todas. Mas não por isso deixa de ser menos combativa que os outros exemplares da sua espécie. Só habita em rios de alta montanha com àguas frias e cristalinas, mas também pode ser encontrada em lagos que se situem a mais de 2.100 metros de altitude. A captura de um exemplar de proproções iguais à da foto é simplesmente épica. Até existe uma espressão para os pescadores que conseguem tal cometido. "Tenho um bilhete dourado para o céu". Assim é como qualquer pescador americano diz a outro que capturou um truta dourada de um tamanho extraordinário. É a única truta que enterra os seus ovos, em ninhos subterrâneos, uma forma muito inteligente de manter a sua prole a salvo até a éclosão.
ALIMENTAÇÃO: todo tipo de insectos do seu habitat, crustáceos y anélidos, ao atingir a idade madura também se alimenta de peixes.

MÉTODOS DE PESCA: à mosca, spinning, à bóia, corrico, jigging.

O VIDEO: um paraiso terrestre, só assim se poderia classificar o habitat da truta dourada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 4,980 quilos e foi capturada por Chas Reed no dia 05/08/1948 no lago Cooks em Wyoming, USA.

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terça-feira, 7 de maio de 2013

A TRUTA DE CLARK - Oncorhynchus clarki (Richardson, 1836)

FAMÍLIA: salmonídeos.

LONGEVIDADE: 10 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 200 metros.

COMPRIMENTO: 100 cêntimetros.

PESO: 18 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Este do Oceano Pacífico, Califórnia e norte dos Estados Unidos.
BIOLOGIA: da variada família das trutas a truta de clark é a única que têm o corpo verde, esta tonalidade combina com um mosqueado de pintas negras que lhe permite uma magnífica camuflagem. Embora a tonalidade possa mudar a única coisa que nunca muda é a meia lua vermelha que se encontra debaixo do maxilar inferior, por vezes também possui uma ligeira linha de côr cobre ao longo do flanco. A forma migratória costeira apresenta um dorso verde e flancos prateados ou verde-azeitona. Esta não é a típica truta de montanha que se pode pescar à mosca com equipamento ligeiro, trata-se de um verdadeiro colosso da família das trutas. Devido à enorme variedade de côres que esta truta consegue adaptar dependendo do habitat, a única côr (vermelha) que sempre permanece é a forma de meia lua que se encontra debaixo do maxilar inferior, daí ser conhecida nos EUA como "red throated" truta de garganta vermelha.
ALIMENTAÇÃO: muito variada, mas sobertudo de pequenos insectos, larvas, caracóis e ao atingir um estado adulto, qualquer animal do seu habitat.


MÉTODOS DE PESCA: mosca, spinning, à deriva, corrico.

VIDEO: uma pequena amostra da pesca desta truta e dos paraísos onde ela habita.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 18,590 quilos e foi capturada por John Skimmerhorn no dia 01/12/1925 no lago Pyramid em Nevada, EUA.

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

O TUBARÃO BULDOGUE - Carcharhinus leucas (Müller & Henle, 1839)

FAMÍLIA: seláceos.

LONGEVIDADE: 32 anos.

PROFUNDIDADE: 152 metros.

COMPRIMENTO: 350 cêntimetros.

PESO: 300 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: uma espansão quase global, desde que sejam àguas tropicais ou temperadas. Oeste do Atlântico, Massachusetts, até Argentina passando por Marrocos, Senegal e Angola. Kenya e África do Sul, India, Vietnam e Austrália.
BIOLOGIA:  os tubarões são um grupo muito antigo de peixes caracterizado pelo seu esqueleto cartilaginoso, por uma pele coberta de minúsculas escamas que parecem espinhos denominadas escamas placóides. O seu tamanho pode variar entre os 60cm e os 18m de comprimento. Como qualquer tubarão o Buldogue é um desafio para a pesca desportiva. Para muitos os tubarões são os peixes perfeitos. O buldogue é um exemplo mais que satisfatório desta espécie, grande e perigoso encontra-se práticamente por todo o mundo. Raramente se afasta muito da costa e penetra frequentemente em rios; existem mesmo populações que vivem em lagos, muito especialmente no Lago Nicarágua. Com alguns casos de ataques a banhistas. É uma pesca exaustiva, só para pescadores de barba rija, pois a luta com um de estes bichinhos pode durar várias horas. É uma espécie que se adapta muito bem em àquarios, por isso não é estranho vê-lo nos mais famosos àquarios em todo o mundo.
ALIMENTAÇÃO: alimenta-se de qualquer ser vivo do seu habitat.

MÉTODOS DE PESCA: corrico, à deriva, surfcasting e à mosca.
O VIDEO: os pequenos pescadores também pescam grandes peixes.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 316,500 quilos e foi capturado por Ronald de Jager no dia 24/03/2001 em Malíndi, Kenya.

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

A SOLHA EUROPEIA - Pleuronectes platessa ( Linnaeus, 1758 )

FAMÍLIA: soleídeos

LONGEVIDADE: 50 anos

PROFUNDIDADE: 0 - 200 metros.

COMPRIMENTO: 100 cêntimetros.

PESO: 7 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlântico norte.
BIOLOGIA: a solha europeia é outro de esses "famosos" peixes chatos do nosso mar, espécie bastante comun, esta espécie de solha possui umas pequenas manchas vermelhas ou côr de laranja na total extensão do seu corpo, tal não acontece com a sua "prima" americana. Outra particularidade é a posição dos seus olhos que na solha europeia se encontram no lado direito da cabeça. Vivem em fundos mixtos de areia e lodo numa profundidade média de 100m. É o peixe chato mais importante na pesca comercial em Europa. E desportivamente falando a sua pesca também é das mais procuradas, devido ao grande tamanho que alcança e à delicadeza da sua carne. Como quase todos os peixes chatos a sua actividade principal é nocturna, embora se possam capturar durante o dia. A solha Europeia também existia no Mediterrâneo, mas devido ao aquecimento das àguas foi desaparecendo e agora só se pode encontrar esta espécie no Atlântico Norte.
ALIMENTAÇÃO: moluscos, anélidos.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, à deriva, pesca embarcada.


O VIDEO: un pequeno video deste magnifico animal no seu habitat.
RÉCORD IGFA: encontra-se em ?

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terça-feira, 9 de abril de 2013

O LINGUADO - Solea solea (Linnaeus, 1758)

FAMÍLIA: soleídeos

LONGEVIDADE: 26 anos

PROFUNDIDADE: 0 - 150 metros.

COMPRIMENTO: 70 cêntimetros.

PESO: 3 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: oceano Atlântico e Mediterrâneo.
BIOLOGIA: é um peixe chato bastante comum, é castanho com manchas escuras no dorso e de um branco cremoso na parte inferior ou ventral. Passa o dia enterrado na areia, alimentando-se durante a noite em águas pouco profundas ou de profundidade média. A sua capacidade de mimetismo é estraordinária, se estiver imóvil é quase impossivel detectar a sua presença, qualquer aficionado da caça submarina sabe o dificíl que é a captura de esta espécie. O linguado é um peixe normalmente solitário e só durante a sua fase juvenil permanece em cardumes reduzidos. É raro efectuar mais de duas ou três capturas na mesma sessão de pesca, se não se muda de zona. No inverno têm o hábito de deslocar-se a grandes profundidades, talvez devido à falta de alimento ou em busca de melhores temperaturas. A sua carne é muito valorada em qualquer mercado, branca e saborosa. Como peixe lutador não se lhe pode pedir muito; devido à sua forma achatada, a ùnica defesa que possui é a da resistência, primeiro tenta colar-se ao fundo e se esta técnica falha  forma uma "U" com o seu corpo adoptando a forma de um parapente, o que muitas vezes provoca tal pressão na cana do pescador que lhe permite escapar-se. Normalmente trata-se de capturas esporádicas,  pois salvo pescadores profissionais ninguém "desportivamente" se dedica a pescar linguados. No entanto é um peixe que deixa qualquer pescador desportivo com um enorme sorriso se têm a fortuna de o capturar. O linguado ao nascer têm a mesma forma que qualquer outro alevín, só ao passar ao estado juvenil é que se transforma para a forma achatada à qual estamos habituados a ver.
ALIMENTAÇÃO: anélidos, crustáceos, moluscos.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, à bóia, à deriva, pesca embarcada, jigging.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 0,800 quilos e foi capturado por P.C.Ouwendijk no dia 12 Julho de 1997 no mar do norte, Netherlands.

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sexta-feira, 29 de março de 2013

O CHARUTEIRO MENOR - Seriola fasciata (Bloch, 1793)


FAMÍLIA: carangídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 130 metros.

COMPRIMENTO: 67 cêntimetros.

PESO: 4 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlântico ocidental desde Massachusetts, para o sul até ao Brasil.
BIOLOGIA: o charuteiro menor adulto é muito parecido ao catarino, mas as barras escuras na sua cabeça convergem para a cabeça. Trata-se de um peixe muito mais pequeno que o catarino e normalmente não alcança pesos superiores aos 5 quilos. Os exemplares jovens desta espécie caracterizam-se por uma série de barras castanho escuro, normalmente separadas entre sí por zonas mais claras. Estas barras escuras desaparecem à medida que o peixe vai amadurecendo. Durante a sua juventude o charuteiro menor têm por costume seguir a grandes predadores como por exemplo; os tubarões, atuns ou espadartes para aproveitar os restos das suas capturas. A sua côr vai desde um verde azeitona ou castanho escuro com bandas prateadas nos flancos laterais. Embora sejam de menor tamanho que os outros carangídeos vivem em maiores profundidades. São predadores vorazes e rápidos e é muito raro vê-los em zonas costeiras, quase toda a sua vida têm lugar no alto mar. A sua luta caracteriza-se por largas corridas para a profundidade e quando se sente arrastado para a superficíe dá grandes cabeças para tentar livrar-se do anzol.
ALIMENTAÇÃO: lulas, polvos, peixe e crustáceos.

MÉTODOS DE PESCA: jigging, spinning, pesca embarcada e à deriva.

RÉCORD IGFA: encontra-se em

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sábado, 2 de março de 2013

O CORVINÃO DE PINTAS - Sciaenops ocellatus (Linnaeus, 1766)

FAMÍLIA: escienídeos.

LONGEVIDADE: 50 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 30 metros.

COMPRIMENTO: 155 cêntimetros.

PESO: 45 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: este do oceano Atlântico, México e Flórida.
BIOLOGIA: este grande corvinão também conhecido como peixe vermelho, possui uma coloração avermelhada e uma ou mais manchas escuras na base da cauda. O seu corpo não é tão deprimido quanto o do corvinão negro e não tem barbilhos no queixo. Têm especial debelidade por zonas com fundos de areia ou uma mistura de areia e lodo. Encontra-se normalmente en zonas de estuários e baías e zonas com muita rebentação devido a que preferem estas àguas revoltadas para capturar o seu petisco favorito, o caranguejo da costa. Nos Estados Unidos é um peixe altamente valorizado pelos pescadores de spinning e de mosca que a capturam a "peixe visto" uma técnica muito distendida na qual utilizam uma plataforma em cima das embarcações para ganhar altura sobre o nivel da àgua e assim poder ver o corvinão de pintas ou Red drum como ali é conhecido. O acasalamento e reprodução depende da zona onde se encontra, na Flórida por exemplo dá-se no Outono e no Golfo do México entre Agosto e Dezembro. Os machos emitem um som ou ronquido semelhante ao de um tambor, daí ser também conhecido como Red Drum. Esta espécie procura nos baixios caranguejos utilizando o focinho para os levantar da areia, e devido ao tamanho deste peixe normalmente a sua cauda sai fora de àgua, momento em que é avistada pelo pescador para lançar a mosca ou a amostra correspondente e assim tentar enganar o corvinão. A sua luta devido à pouca profundidade onde é capturado normalmente, consiste em corridas esgotadoras para o pescador que têm sempre a sensação de falta de linha no carrete.
ALIMENTAÇÃO: crustáceos, moluscos, e pequenos peixes. Especialmente de taínhas.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, mosca, surfcasting, bóia, corrico, à deriva, pesca embarcada.

VIDEO: a captura de um corvinão de pintas na Flórida ao spinning.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 42.690 quilos e foi capturado por David Deuel no dia 07 de Novembro de 1984 em Avon Carolina do Norte, EUA.

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