AMIGOS DE PEIXES DESPORTIVOS DO MUNDO

sexta-feira, 17 de maio de 2019

O PARGO CAPATÃO - Dentex gibbosus (Rafinesque, 1810)

FAMILIA: espárídeos.

LONGEVIDADE: 20 anos.

COMPRIMENTO: 100 cêntimetros.

PROFUNDIDADE: 0 - 220 metros.

PESO: 15 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlântico este, desde Portugal a Angola, Mediterrâneo, Ilhas Canárias, Ilhas de S. Tomé e Príncipe e Grã-Bretanha.
BIOLOGIA: é vulgarmente conhecido como pargo capatão e caracteriza-se por um alto volumoso e proeminente na cabeça e por apresentar uma coloração avermelhada.Habita em fundos rochosos ou mistos estando quase sempre associado a barcos naufragados ou a grandes formações no relevo submarino. É um peixe muito potente sendo considerado um troféu na pesca desportiva. A família do pargo é extensa e entre eles estão, o pargo dourado (Dentex dentex), o Pargo Raiado ou Sêmea (Pargus auriga ou Sparus auriga), o pargo comúm ou legítimo (Pargus pargus ou Sparus pagrus).
O pargo é um peixe dotado de grande astúcia e super desconfiado, o que valoriza a sua captura.
ALIMENTAÇÃO: a base da sua alimentação são os crustáceos, moluscos, cefalópodes e peixes do género diplodus e afins.

MÉTODOS DE PESCA: jigging, spinning, corrico e pesca embarcada.

O VIDEO: aqui podemos apreciar o amigo Luis Ceia a capturar um pargo capatão.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 16,200 quilos e foi capturado por Joaquim Bento da Liberdade Silva no dia 15 de Maio de 2015 em Lagos, Portugal.

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sábado, 11 de maio de 2019

A PIRAPUTANGA - Brycon orbignyanus (Valenciennes, 1850)

FAMILÍA: characídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 20 metros.

COMPRIMENTO: 60 cêntimetros.

PESO: 3 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Ámerica do sul, rio de La Plata e bacía do Paraná.
BIOLOGIA: ao vê-lo pela primeira vez, parecía que estava a ver um dourado pequeno, tal é a semelhança em côres e forma. Mais tarde, depois de informar-me descubrí que se chamava, piraputanga. Um nome bastante peculiar, e bastante adequado ao peixe. Piraputanga significa (peixe avermelhado) no idioma Tupi, suponho que isto se deve à côr da sua barbatana caudal. Os Tupis são indigenas originais do Brasil. Este predador de pequeno tamanho, mas não por isso menos aguerrido na batalha é um dos peixes com mais aficionados no Brasil. Na zona de Mato-Grosso é conhecida como "pêra". Com um corpo alongado e um pouco comprimido e dentes tricúspides é um peixe que te dará grande satisfação na pesca, já que depois de fisgado dá grandes saltos fora de água para tentar livrar-se do anzol . Prefere zonas com corrente e adora estar em zonas do río que tenham árvores frutais na margem, já que é um peixe que adora comer todo tipo de frutos. Vive em cardúmes e a sua pesca não é nada fácil. É um peixe que normalmente caça a meia agua e as melhores iscas são frutas da época ou artificiais como por exemplo spinnerbaits ou pequenos plugs. 
ALIMENTAÇÃO: é omnívoro, alimenta-se de frutos, insectos, crustáceos e pequenos peixes.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, mosca, corrico, bóia, ao fundo. 

RÉCORD IGFA: encontra-se em 0,620 quilos e foi capturada por Hélder Coutinho no dia 16 de Abril de 1998 no rio Piguiri em Mato Grosso, Brasil.

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O BLUE TREVALLY - Carangoides ferdau (Forsskål, 1775)


FAMILÍA: carangídeos. 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 100 metros. 

COMPRIMENTO: 70 cêntimetros. 

PESO: 15 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: desde o Senegal até Angola, incluindo o oeste do Mediterrâneo, Nova Escócia, Canadá, Brasil, Argentina, Golfo do México e Caribe. 
BIOLOGIA: o charéu azul também chamado (blue runner, corredor azul), por algo será. É um dos peixes mais combativos que se pode capturar na pesca desportiva. Preferem zonas costeiras com fundos de areia e com água movida. Também se encontram em zonas de recifes a mais de 60 metros de profundidade, são peixes rápidos e nervosos que atacam com extrema voracidade e não desistem se falham o primeiro ataque. Deslocam-se normalmente em cardume com excepção de exemplares de grande tamanho que adoptam uma actitude mais solitária. Durante a sua fase juvenil, entre 3-5 kilos fazem incursões nas entradas das barras para alimentar-se de peixes mais pequenos que buscam refúgio nas marismas.
ALIMENTAÇÃO: moluscos, crustáceos e pequenos peixes. 

MÉTODOS DE PESCA: spinning, corrico, jigging, mosca, á deriva. 

O VIDEO: Fábio Fergona "Baca" no fim do video, capturando um charéu azul desde kayak.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 2,260 quilos e foi capturado por Matthew Stewart no dia 30 Maio de 2001 em Midway Atoll.

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O MATRINXÃ - Brycon cephalus (Günther, 1869)


FAMILÍA: characídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 80 cêntimetros.

PESO: 5 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: Bacia Amazônica, Perú e Bolívia. 
BIOLOGIA: o matrinxã ou jatuarana como também é conhecido em algumas regiões do Brasil, é um pequeno peixe da região amazônica que pode ser muito divertido para a pesca desportiva. Com um corpo alongado e um pouco comprimido demonstra que está feito para nadar. Prefere zonas com corrente e rios de águas claras. Também se adapta bem a lagos ou lagoas desde que a qualidade das águas seja boa. Adoram estruturas, tais como vegetação ou paus submersos donde descansam e esperam a acasião de atacar as sus presas. Costumam nadar em pequenos cardumes, especialmente na estação reprodutiva. Vivem a meia água e em zonas superficiais. Depois de fisgada a sua tendência é buscar a superficie e encontrar obstáculos para roçar-se e tentar livrar-se do anzol.
ALIMENTAÇÃO: onívoro, frutos, sementes, flores, insectos e pequenos peixes.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo, à bóia, spinning, corrico, mosca.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 3,400 quilos e foi capturada por Peter F. Binaski no rio Negro no ano 2015.

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O SURUBIM CHICOTE - Brachyplatystoma platynemum (Boulenger, 1898)


FAMILÍA: pilomídeos. 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 150 cêntimetros. 

PESO: 10 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Ámerica do Sul, rios Orinoco, Tocatins e Araguaia. 
BIOLOGIA: o surubim chicote, também conhecido como bargada, em algumas regiões do Brasil. É um peixe de couro, nome que se dá aos peixes que carecem de escamas. Têm um corpo alongado e roliço, com uma enorme cabeça achatada o que engana muito na altura de definir o seu peso, já que a cabeça apenas pesa e faz parecer que o peixe é muito mais pesado do que é na realidade. O maxilar superior é muito maior que o inferior e ambos estão cobertos de diminutos dentes que se podem apreciar mesmo com a boca fechada. É sem dúvida um dos peixes desportivos mais bonitos da familía dos bagres. Vive e alimenta-se no leito dos rios. Também é dos poucos bagres que durante a luta utiliza como técnica de saltar fora de água para tentar escapar. 
ALIMENTAÇÃO: minhocuçu, lagostins e pequenos peixes, tais como a tuvira.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo, à bóia. 

O VIDEO: o amigo Fábio Fergona "Baca" com um fantástico exemplar de esta espécie.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O PIAU TRÊS PINTAS - Leporinus friderici (Bloch, 1794)


FAMILÍA: anostomídeos. 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 40 cêntimetros. 

PESO: 2 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: Bacia Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata. 
BIOLOGIA: o piau três pintas é um pequeno anostomídeo muito combativo e divertido para pescar com equipamento ligeiro. O seu nome provém das três pintas negras que têm ao longo do seu esbelto corpo. A sua côr é prateada e as barbatanas são ligeiramente douradas, porém a barbatana caudal é completamente escura. Prefere zonas com muita vegetação e predomina nas margens dos rios ou lagos e lagoas. Uma das melhores zonas para a sua pesca é quando devido às enchentes os ríos ocupam zonas que normalmente estão em seco. Nesse momento o piau sobe a essas zonas para aproveitar o facto de estar ao alcance de frutos e insectos que normalmente não consegue alcançar.
ALIMENTAÇÃO: onívoro, com clara tendência carnívora, já que dentro da sua dieta estão insectos de todo tipo. Também adora sementes ou frutos de pequeno tamanho.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo, à bóia, spinning, mosca.

O VIDEO: o amigo Fábio Fergona " Baca" pescando piau três pintas com varinha de mão.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

A TRAÍRA - Hoplias malabaricus (Bloch 1794)

FAMILÍA: erythrynídeos 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 20 metros.

COMPRIMENTO: 70 cêntimetros.

PESO: 5 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: América do sul, Argentina e Costa Rica em práticamente todos os cursos de água.
BIOLOGIA: a traíra é um predador nato, basta ver o seu corpo para entender que a camuflagem é a base do seu sucesso como predador. Têm um corpo robusto e cilíndrico o qual termina numa cabeça compacta e uma boca cheia de dentes afiadissímos. Aconselha-se muito cuidado ao manipular este peixe para retirar o anzol. É um peixe básicamente carnívoro e muito parecido com o trairão. A principal diferença entre a traíra e o trairão não radica somente no tamanho, já que o trairão alcança tamanhos muito superiores. Uma forma infalível de ver se capturou uma traíra ou um trairão é verificar se a língua do peixe é àspera. Se assim fôr de certeza que é uma traíra. Se a língua for suave ao tato, será um trairão. Têm grande resistência a águas com baixo nível de oxigénio. No Brasil é utilizado como controlador de espécies demasiado prolíficas, como por exemplo a tilápia ou a piaba. Durante a fase de reprodução procuram zonas com pouca luz e com vegetação para que alí se escondam os alevíns ao nascer. A sua actividade aumenta no momento em que a àgua atinge 18º graus. O que não quer dizer que com temperaturas inferiores não se possa capturar a traíra. Prefere zonas com àgua parada e abundante vegetação ou troncos, entre as quais se pode ocultar para atacar em fracção de segundos a sua presa. 
ALIMENTAÇÃO: alimenta-se básicamente de todo o ser vivo que esteja ao alcançe das suas mandibulas, normalmente de rãs, pequenos peixes e insectos na sua fase de alevín. 

MÉTODOS DE PESCA: spinning, corrico, bóia e ao fundo. 
 O VIDEO: Fábio Fergona "Baca" gozando com múltiples ataques de traíras.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 4,260 quilos e foi capturado por Robinson Cris Brito no rio Iguaçu no ano 2016.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O APAPÁ - Pellona castelnaeana (Valenciennes, 1847)



FAMILÍA: pristigasterídeos

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 0,80 cêntimetros.

PESO: 7 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: bacia Amazônica, Araguaia-Tocatins, Prata e Pantanal, até Manáos e provavélmente no Pará.
BIOLOGIA: este incrivel predador nativo das bacias amazônicas que em muitas ocasiões nos pode fazer lembrar pela forma da sua silhueta a uma sardinha monstruosa é um dos peixes mais desportivos que existem. A luta que proprociona na qual se incluen incrivéis saltos é extraordinária. Também é conhecido por sardinhão exactamente pela semelhança que têm com a tão popular sardinha. É um peixe de escamas com o corpo comprimido, cabeça pequena e uma pequena boca ligeiramente voltada para a superficie. Esta boca está desenhada para capturar pequenos peixes que se encontram na superficie. A sua côr é amarela e o seu dorso escuro. O apapá está dividido em duas espécies, o apapá amarelo que é o mais común e o apapá branco (Pellona Flavipinnis) muito mais pequeno, este ùltimo apenas alcança os 50 centímetros e normalmente atinge os 3 kilos de peso. Ambos idênticos na sua forma e costumes, porém o apapá amarelo é o que atinge maior tamanho. A sua resistência fora de agua é muito fraca, por isso aconselha-se uma rápida devolução ao seu meio. Não se esqueçam que o peixe que soltarem hoje, no día de amanhã será um trofeo maior!
ALIMENTAÇÃO: alimenta-se de insectos e alevins de pequenos peixes, passando a peixes maiores durante o seu crescimento. 

MÉTODOS DE PESCA: spinning, casting. Em ambas técnicas são aconselhavéis as amostras de superficie durantes as horas crepusculares, já que são as horas em que o apapá caça. Ao fisgar devemos repetir a acção duas ou três vezes, já que a sua boca é osséa e devido a esse detalhe é muito dificil conseguir uma boa penetração do anzol. 

O VIDEO: a captura de um bonito Apapá pela mão de Fábio Fergona, mais conhecido como Baca.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 7,100 quilos e foi capturado no rio Caura na Venezuela. 

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A RAIA MORCEGO - Myliobatis Californica (Gill 1865)

FAMILÍA: rajiídeos

LONGEVIDADE: 15 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 180 metros.

COMPRIMENTO: 180 cêntimetros transversalmente.

PESO: 80 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: este do Oceano Pacifico, Golfo de California, Ilhas Galápagos e Austrália.
BIOLOGIA: a ordem dos raiformes compreende oito famílias de peixes cartilagíneos que incluem raias, mantas e  peixes-serra. Estes peixes caracterizam-se pelos corpos achatados e frequentemente, por umas largas barbatanas peitorais que se assemelham a asas. A boca e as aberturas branquiais estão situadas na parte inferior e os olhos na posterior. Os ovos são fertilizados e eclodem dentro do corpo da fêmea; os raiídios constituem a excepção. Quando a fêmea explusa os alevins estes estão prefeitamente capacitados para sobreviver no exterior. A raia morcego é membro dos miliobatídios. Preferem fundos com lodo ou areia donde se podem ocultar mais fácilmente dos seus enimigos e procurar alimento. Na época do acasalamento preferem zonas de algas.
ALIMENTAÇÃO: alimentam-se no fundo e a sua dieta consiste em moluscos e crustáceos.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 82,100 quilos e foi capturada por Bradley Dew no molhe de Huntington Beach no día 30.06.1978.

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terça-feira, 4 de setembro de 2018

A RAIA DO FOCINHO BRANCO - Raja Eglanteria (Bosc 1800)

FAMILÍA: rajiídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 300 metros.

COMPRIMENTO: 90 cêntimetros.

PESO: 3 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: desde Nova Inglaterra até ao golfo do México.
BIOLOGIA: a ordem dos raiformes compreende oito famílias de peixes cartilagíneos que incluem as raias. Estes peixes carecterizam-se pelos seus corpos achatados e frequentemente por uma largas barbatanas peitorais que se assemelham a asas. A boca e as coberturas branquiais estão situadas na parte inferior e os olhos na posterior. Na maior parte das famílias os ovos são fertilizados e eclodem dentro do corpo da fêmea. Esta espécie deve o seu nome às zonas pálidas e translúcidas que apresenta de cada lado do focinho. A coloração do seu dorso varia entre o castanho claro e o castanho avermelhado com barras, riscas e manchas escuras. Migra para junto da costa para se reproduzir durante a Primavera e no Verão é a raia que mais abunda no Atlântico ocidental. Preferem aguas com temperaturas entre os 10º - 21º C. Durante a sua fase de alevins têm a tendência a seguir objectos flutuantes por confundir os mesmos com a sua progenitora, pois durante a sua fase de alevins é assim que se sentem protegidos. A pesca de este tipo de raia faz-se mais por casualidade que realmente por ir a pescar raias. A luta é pesada, as raias têm a má costume de pegar-se ao fundo como se fossem uma ventosa e o grande problema consiste em despegar a raia, depois é mais uma questao de paciência até cansar o peixe. A raia que eu capturei na costa Algarvia pesou 3,700 quilos. Obviamente sería un novo récord IGFA. Infelizmente não tinha os meios para o homologar.
ALIMENTAÇÃO: bivalvos, crustáceos, polvos, lulas, chochos e peixes variados. 

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 3,490 quilos e foi capturada por Ryan Rowe em Seagull Pier .

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terça-feira, 21 de junho de 2016

O TUBARÃO SARDO - Lamna nasus (Bonnaterre 1788)

FAMILÍA: lamnídeos.

LONGEVIDADE:

PROFUNDIDADE: 

COMPRIMENTO: 300 cêntimetros.

PESO: 227 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlántico, Mediterrâneo. 
BIOLOGIA: o primeiro factor a chamar a nossa atenção sobre o tubarão Sardo é  o facto de ser um tubarão muito robusto! Com um focinho arredondado e uma grande barbatana caudal. Outra particularidade deste tubarão é que tem cinco fendas branquiais proeminentes logo por cima de cada barbatana peitoral. Prefere águas profundas e abertas, embora seja capaz de se aventurar até águas com uma profundidade inferior aos 6 metros!! Já foram capturados vários exemplares com mais de 45 quilos desde costa com a modalidade de surfcasting. Outra particularidade do tubarão sardo é que os seus dentes possuem uma ponta ou cúspide adicional de cada lado da parte principal do dente, formando uma espécie de tridente!  Quando anda em casal o macho morde a fêmea para evitar que se mexa durante o coito. São ovivíparos e por tanto os embriões crecem dentro do útero da fêmea sem formar uma união com a placenta. O periodo de gestação dura entre 8 e 9 meses, os pequenos sardos saem prontos para enfrentar a vida completamente formados e aptos.
ALIMENTAÇÃO: como a maioría dos tubarões alimenta-se peixes tais como a cavala, arenque, sardinha, raias e atúns, tem especial debelidade por lulas e polvos.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, corrico e pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O TUBARÃO TIGRE DA AREIA - Carcharias taurus (Rafinesque, 1810)

FAMILÍA: seláceos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 190 metros.

COMPRIMENTO: 330 cêntimetros.

PESO: 150 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: desde o Mar Vermelho até Japão, Coreia, Austrália, Àfrica do Sul e Argentina.
BIOLOGIA: frequenta as águas costeiras temperadas de ambos lados do Atlántico. A particularidade mais chamativa deste tubarão é o facto de que possui ambas barbatanas dorsais do mesmo tamanho! Desloca-se normalmente em pequenos cardumes que não costumam superar os 15-20 individuos, mas também se pode encontrar em solitário, normalmente estes individuos são machos enormes. Desloca-se quase sempre junto ao fundo, porém já foram avistados vários exemplares a meias águas e na superficie. A fêmea dá à luz depois de 9-12 meses de periodo de gestação e como máximo costumam ter duas crías. A fêmea tem um estranho comportamento durante este siclo que consiste em morder ao macho.O seu comportamento é normalmente inofensivo a não ser que se sinta atacado. A sua carne é muito apreciada no Japão dónde é caçado com regularidade. Sobre a intensidade de uma batalha com o predador mais prefeito do planeta pouco se pode dizer...
ALIMENTAÇÃO: pequenos tubarões, raias, polvos, lagostas e carangueijos.

MÉTODOS DE PESCA: pesca embarcada, surfcasting.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

O GALHUDO MALHADO - Squalus acanthías ( Linnaeus, 1758)

FAMILÍA: seláceos.

 LONGEVIDADE: 50 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 200 metros.

COMPRIMENTO: 120 cêntimetros.

PESO: 10 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlantico, Argentina, Ilhas Canarias, Angola, África do Sul, Mediterraneo e Mar Negro.
BIOLOGIA: este esguio tubarão, é possivelmente o tubarão mais abundante no mundo, habita normalmente junto ao fundo mas também se encontra com relativa facilidade a meias àguas. Faz incrusões em baías e estuários e tolera com bastante facilidade a àgua doce. Possui uma característica invulgar, uma espinha afiada na extremidade anterior de cada barbatana dorsal. Tal como o tubarão Perna de Moça, tem uma cauda grande e forte, mas não possui barbatana anal. O periodo de gestação dura aproximadamente entre 18-24 meses e dá-se no inverno. Os alevins nascem no inverno com cerca de 26-28 cêntimetros e a partir desse momento já começam a caçar. 
ALIMENTAÇÃO: sardinhas, arenques e invertebrados tais como lulas, medusas e minhocas.

MÉTODOS DE PESCA: corrico, spinning, jigging, pesca embarcada.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 10,600 quilos capturado por Albert Koawenhourn, na Irlanda.

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