AMIGOS DE PEIXES DESPORTIVOS DO MUNDO

sábado, 11 de maio de 2019

O MATRINXÃ - Brycon cephalus (Günther, 1869)


FAMILÍA: characídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 80 cêntimetros.

PESO: 5 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: Bacia Amazônica, Perú e Bolívia. 
BIOLOGIA: o matrinxã ou jatuarana como também é conhecido em algumas regiões do Brasil, é um pequeno peixe da região amazônica que pode ser muito divertido para a pesca desportiva. Com um corpo alongado e um pouco comprimido demonstra que está feito para nadar. Prefere zonas com corrente e rios de águas claras. Também se adapta bem a lagos ou lagoas desde que a qualidade das águas seja boa. Adoram estruturas, tais como vegetação ou paus submersos donde descansam e esperam a acasião de atacar as sus presas. Costumam nadar em pequenos cardumes, especialmente na estação reprodutiva. Vivem a meia água e em zonas superficiais. Depois de fisgada a sua tendência é buscar a superficie e encontrar obstáculos para roçar-se e tentar livrar-se do anzol.
ALIMENTAÇÃO: onívoro, frutos, sementes, flores, insectos e pequenos peixes.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo, à bóia, spinning, corrico, mosca.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 3,400 quilos e foi capturada por Peter F. Binaski no rio Negro no ano 2015.

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O SURUBIM CHICOTE - Brachyplatystoma platynemum (Boulenger, 1898)


FAMILÍA: pilomídeos. 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 150 cêntimetros. 

PESO: 10 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Ámerica do Sul, rios Orinoco, Tocatins e Araguaia. 
BIOLOGIA: o surubim chicote, também conhecido como bargada, em algumas regiões do Brasil. É um peixe de couro, nome que se dá aos peixes que carecem de escamas. Têm um corpo alongado e roliço, com uma enorme cabeça achatada o que engana muito na altura de definir o seu peso, já que a cabeça apenas pesa e faz parecer que o peixe é muito mais pesado do que é na realidade. O maxilar superior é muito maior que o inferior e ambos estão cobertos de diminutos dentes que se podem apreciar mesmo com a boca fechada. É sem dúvida um dos peixes desportivos mais bonitos da familía dos bagres. Vive e alimenta-se no leito dos rios. Também é dos poucos bagres que durante a luta utiliza como técnica de saltar fora de água para tentar escapar. 
ALIMENTAÇÃO: minhocuçu, lagostins e pequenos peixes, tais como a tuvira.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo, à bóia. 

O VIDEO: o amigo Fábio Fergona "Baca" com um fantástico exemplar de esta espécie.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O PIAU TRÊS PINTAS - Leporinus friderici (Bloch, 1794)


FAMILÍA: anostomídeos. 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 40 cêntimetros. 

PESO: 2 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: Bacia Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata. 
BIOLOGIA: o piau três pintas é um pequeno anostomídeo muito combativo e divertido para pescar com equipamento ligeiro. O seu nome provém das três pintas negras que têm ao longo do seu esbelto corpo. A sua côr é prateada e as barbatanas são ligeiramente douradas, porém a barbatana caudal é completamente escura. Prefere zonas com muita vegetação e predomina nas margens dos rios ou lagos e lagoas. Uma das melhores zonas para a sua pesca é quando devido às enchentes os ríos ocupam zonas que normalmente estão em seco. Nesse momento o piau sobe a essas zonas para aproveitar o facto de estar ao alcance de frutos e insectos que normalmente não consegue alcançar.
ALIMENTAÇÃO: onívoro, com clara tendência carnívora, já que dentro da sua dieta estão insectos de todo tipo. Também adora sementes ou frutos de pequeno tamanho.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo, à bóia, spinning, mosca.

O VIDEO: o amigo Fábio Fergona " Baca" pescando piau três pintas com varinha de mão.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

A TRAÍRA - Hoplias malabaricus (Bloch 1794)

FAMILÍA: erythrynídeos 

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 20 metros.

COMPRIMENTO: 70 cêntimetros.

PESO: 5 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: América do sul, Argentina e Costa Rica em práticamente todos os cursos de água.
BIOLOGIA: a traíra é um predador nato, basta ver o seu corpo para entender que a camuflagem é a base do seu sucesso como predador. Têm um corpo robusto e cilíndrico o qual termina numa cabeça compacta e uma boca cheia de dentes afiadissímos. Aconselha-se muito cuidado ao manipular este peixe para retirar o anzol. É um peixe básicamente carnívoro e muito parecido com o trairão. A principal diferença entre a traíra e o trairão não radica somente no tamanho, já que o trairão alcança tamanhos muito superiores. Uma forma infalível de ver se capturou uma traíra ou um trairão é verificar se a língua do peixe é àspera. Se assim fôr de certeza que é uma traíra. Se a língua for suave ao tato, será um trairão. Têm grande resistência a águas com baixo nível de oxigénio. No Brasil é utilizado como controlador de espécies demasiado prolíficas, como por exemplo a tilápia ou a piaba. Durante a fase de reprodução procuram zonas com pouca luz e com vegetação para que alí se escondam os alevíns ao nascer. A sua actividade aumenta no momento em que a àgua atinge 18º graus. O que não quer dizer que com temperaturas inferiores não se possa capturar a traíra. Prefere zonas com àgua parada e abundante vegetação ou troncos, entre as quais se pode ocultar para atacar em fracção de segundos a sua presa. 
ALIMENTAÇÃO: alimenta-se básicamente de todo o ser vivo que esteja ao alcançe das suas mandibulas, normalmente de rãs, pequenos peixes e insectos na sua fase de alevín. 

MÉTODOS DE PESCA: spinning, corrico, bóia e ao fundo. 
 O VIDEO: Fábio Fergona "Baca" gozando com múltiples ataques de traíras.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 4,260 quilos e foi capturado por Robinson Cris Brito no rio Iguaçu no ano 2016.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O APAPÁ - Pellona castelnaeana (Valenciennes, 1847)



FAMILÍA: pristigasterídeos

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: ?

COMPRIMENTO: 0,80 cêntimetros.

PESO: 7 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: bacia Amazônica, Araguaia-Tocatins, Prata e Pantanal, até Manáos e provavélmente no Pará.
BIOLOGIA: este incrivel predador nativo das bacias amazônicas que em muitas ocasiões nos pode fazer lembrar pela forma da sua silhueta a uma sardinha monstruosa é um dos peixes mais desportivos que existem. A luta que proprociona na qual se incluen incrivéis saltos é extraordinária. Também é conhecido por sardinhão exactamente pela semelhança que têm com a tão popular sardinha. É um peixe de escamas com o corpo comprimido, cabeça pequena e uma pequena boca ligeiramente voltada para a superficie. Esta boca está desenhada para capturar pequenos peixes que se encontram na superficie. A sua côr é amarela e o seu dorso escuro. O apapá está dividido em duas espécies, o apapá amarelo que é o mais común e o apapá branco (Pellona Flavipinnis) muito mais pequeno, este ùltimo apenas alcança os 50 centímetros e normalmente atinge os 3 kilos de peso. Ambos idênticos na sua forma e costumes, porém o apapá amarelo é o que atinge maior tamanho. A sua resistência fora de agua é muito fraca, por isso aconselha-se uma rápida devolução ao seu meio. Não se esqueçam que o peixe que soltarem hoje, no día de amanhã será um trofeo maior!
ALIMENTAÇÃO: alimenta-se de insectos e alevins de pequenos peixes, passando a peixes maiores durante o seu crescimento. 

MÉTODOS DE PESCA: spinning, casting. Em ambas técnicas são aconselhavéis as amostras de superficie durantes as horas crepusculares, já que são as horas em que o apapá caça. Ao fisgar devemos repetir a acção duas ou três vezes, já que a sua boca é osséa e devido a esse detalhe é muito dificil conseguir uma boa penetração do anzol. 

O VIDEO: a captura de um bonito Apapá pela mão de Fábio Fergona, mais conhecido como Baca.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 7,100 quilos e foi capturado no rio Caura na Venezuela. 

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A RAIA MORCEGO - Myliobatis Californica (Gill 1865)

FAMILÍA: rajiídeos

LONGEVIDADE: 15 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 180 metros.

COMPRIMENTO: 180 cêntimetros transversalmente.

PESO: 80 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: este do Oceano Pacifico, Golfo de California, Ilhas Galápagos e Austrália.
BIOLOGIA: a ordem dos raiformes compreende oito famílias de peixes cartilagíneos que incluem raias, mantas e  peixes-serra. Estes peixes caracterizam-se pelos corpos achatados e frequentemente, por umas largas barbatanas peitorais que se assemelham a asas. A boca e as aberturas branquiais estão situadas na parte inferior e os olhos na posterior. Os ovos são fertilizados e eclodem dentro do corpo da fêmea; os raiídios constituem a excepção. Quando a fêmea explusa os alevins estes estão prefeitamente capacitados para sobreviver no exterior. A raia morcego é membro dos miliobatídios. Preferem fundos com lodo ou areia donde se podem ocultar mais fácilmente dos seus enimigos e procurar alimento. Na época do acasalamento preferem zonas de algas.
ALIMENTAÇÃO: alimentam-se no fundo e a sua dieta consiste em moluscos e crustáceos.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 82,100 quilos e foi capturada por Bradley Dew no molhe de Huntington Beach no día 30.06.1978.

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terça-feira, 4 de setembro de 2018

A RAIA DO FOCINHO BRANCO - Raja Eglanteria (Bosc 1800)

FAMILÍA: rajiídeos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 300 metros.

COMPRIMENTO: 90 cêntimetros.

PESO: 3 quilos. 

DISTRIBUIÇÃO: desde Nova Inglaterra até ao golfo do México.
BIOLOGIA: a ordem dos raiformes compreende oito famílias de peixes cartilagíneos que incluem as raias. Estes peixes carecterizam-se pelos seus corpos achatados e frequentemente por uma largas barbatanas peitorais que se assemelham a asas. A boca e as coberturas branquiais estão situadas na parte inferior e os olhos na posterior. Na maior parte das famílias os ovos são fertilizados e eclodem dentro do corpo da fêmea. Esta espécie deve o seu nome às zonas pálidas e translúcidas que apresenta de cada lado do focinho. A coloração do seu dorso varia entre o castanho claro e o castanho avermelhado com barras, riscas e manchas escuras. Migra para junto da costa para se reproduzir durante a Primavera e no Verão é a raia que mais abunda no Atlântico ocidental. Preferem aguas com temperaturas entre os 10º - 21º C. Durante a sua fase de alevins têm a tendência a seguir objectos flutuantes por confundir os mesmos com a sua progenitora, pois durante a sua fase de alevins é assim que se sentem protegidos. A pesca de este tipo de raia faz-se mais por casualidade que realmente por ir a pescar raias. A luta é pesada, as raias têm a má costume de pegar-se ao fundo como se fossem uma ventosa e o grande problema consiste em despegar a raia, depois é mais uma questao de paciência até cansar o peixe. A raia que eu capturei na costa Algarvia pesou 3,700 quilos. Obviamente sería un novo récord IGFA. Infelizmente não tinha os meios para o homologar.
ALIMENTAÇÃO: bivalvos, crustáceos, polvos, lulas, chochos e peixes variados. 

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 3,490 quilos e foi capturada por Ryan Rowe em Seagull Pier .

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terça-feira, 21 de junho de 2016

O TUBARÃO SARDO - Lamna nasus (Bonnaterre 1788)

FAMILÍA: lamnídeos.

LONGEVIDADE:

PROFUNDIDADE: 

COMPRIMENTO: 300 cêntimetros.

PESO: 227 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlántico, Mediterrâneo. 
BIOLOGIA: o primeiro factor a chamar a nossa atenção sobre o tubarão Sardo é  o facto de ser um tubarão muito robusto! Com um focinho arredondado e uma grande barbatana caudal. Outra particularidade deste tubarão é que tem cinco fendas branquiais proeminentes logo por cima de cada barbatana peitoral. Prefere águas profundas e abertas, embora seja capaz de se aventurar até águas com uma profundidade inferior aos 6 metros!! Já foram capturados vários exemplares com mais de 45 quilos desde costa com a modalidade de surfcasting. Outra particularidade do tubarão sardo é que os seus dentes possuem uma ponta ou cúspide adicional de cada lado da parte principal do dente, formando uma espécie de tridente!  Quando anda em casal o macho morde a fêmea para evitar que se mexa durante o coito. São ovivíparos e por tanto os embriões crecem dentro do útero da fêmea sem formar uma união com a placenta. O periodo de gestação dura entre 8 e 9 meses, os pequenos sardos saem prontos para enfrentar a vida completamente formados e aptos.
ALIMENTAÇÃO: como a maioría dos tubarões alimenta-se peixes tais como a cavala, arenque, sardinha, raias e atúns, tem especial debelidade por lulas e polvos.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, corrico e pesca embarcada.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O TUBARÃO TIGRE DA AREIA - Carcharias taurus (Rafinesque, 1810)

FAMILÍA: seláceos.

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 190 metros.

COMPRIMENTO: 330 cêntimetros.

PESO: 150 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: desde o Mar Vermelho até Japão, Coreia, Austrália, Àfrica do Sul e Argentina.
BIOLOGIA: frequenta as águas costeiras temperadas de ambos lados do Atlántico. A particularidade mais chamativa deste tubarão é o facto de que possui ambas barbatanas dorsais do mesmo tamanho! Desloca-se normalmente em pequenos cardumes que não costumam superar os 15-20 individuos, mas também se pode encontrar em solitário, normalmente estes individuos são machos enormes. Desloca-se quase sempre junto ao fundo, porém já foram avistados vários exemplares a meias águas e na superficie. A fêmea dá à luz depois de 9-12 meses de periodo de gestação e como máximo costumam ter duas crías. A fêmea tem um estranho comportamento durante este siclo que consiste em morder ao macho.O seu comportamento é normalmente inofensivo a não ser que se sinta atacado. A sua carne é muito apreciada no Japão dónde é caçado com regularidade. Sobre a intensidade de uma batalha com o predador mais prefeito do planeta pouco se pode dizer...
ALIMENTAÇÃO: pequenos tubarões, raias, polvos, lagostas e carangueijos.

MÉTODOS DE PESCA: pesca embarcada, surfcasting.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

O GALHUDO MALHADO - Squalus acanthías ( Linnaeus, 1758)

FAMILÍA: seláceos.

 LONGEVIDADE: 50 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 200 metros.

COMPRIMENTO: 120 cêntimetros.

PESO: 10 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Atlantico, Argentina, Ilhas Canarias, Angola, África do Sul, Mediterraneo e Mar Negro.
BIOLOGIA: este esguio tubarão, é possivelmente o tubarão mais abundante no mundo, habita normalmente junto ao fundo mas também se encontra com relativa facilidade a meias àguas. Faz incrusões em baías e estuários e tolera com bastante facilidade a àgua doce. Possui uma característica invulgar, uma espinha afiada na extremidade anterior de cada barbatana dorsal. Tal como o tubarão Perna de Moça, tem uma cauda grande e forte, mas não possui barbatana anal. O periodo de gestação dura aproximadamente entre 18-24 meses e dá-se no inverno. Os alevins nascem no inverno com cerca de 26-28 cêntimetros e a partir desse momento já começam a caçar. 
ALIMENTAÇÃO: sardinhas, arenques e invertebrados tais como lulas, medusas e minhocas.

MÉTODOS DE PESCA: corrico, spinning, jigging, pesca embarcada.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 10,600 quilos capturado por Albert Koawenhourn, na Irlanda.

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sábado, 24 de outubro de 2015

O CAÇÃO - Mustelus canis (Mitchill, 1815)

FAMILÍA: seláceos

LONGEVIDADE: 16 anos.

PROFUNDIDADE: 0 a 200 metros.

COMPRIMENTO: 150 cêntimetros.

PESO: 12 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: oeste do oceano Atlântico, desde Massachussetts até à Florida.Venezuela, Cuba, Jamaica, Bermudas, Barbados, Bahamas. Sul do Brasil até ao noroeste de Argentina.
BIOLOGIA: o cação é muito comum nos fundos do Atlântico Ocidental, encontra-se normalmente em alto mar, mas tem o hábito de fazer incrusões de caça em água doce, este factor proprociona aos pescadores de surfcasting a oportunidade de capturar tão belos animais. Possui grandes barbatanas peitorais e uma segunda barbatana dorsal bastante grande, que é quase do mesmo tamanho que a primeira. Ostenta un espiráculo ( orifício redondo que constitui um vestígio de uma primeira fenda branquial) por detrás de cada olho. Os machos podem viver normalmente até aos 10 anos e as fêmeas cerca de 16 anos. A pró-creação dá-se de maio a junho e depois de um periodo de gestação que oscila entre os 10-10 meses a fêmea dá à luz uma camada que pode ir de 4 a 20 alevins. Os exemplares jovens alimentan-se de tudo, mas em particular de minhocas, camarões e carangueijos. 
ALIMENTAÇÃO: crustáceos, especialmente lagostas, camarões e carangueijos. 

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, spinning, jigging, pesca embarcada.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

O TUBARÃO LEOPARDO - Triakis Semifasciata (Gerard 1854)

FAMILÍA: seláceos.

LONGEVIDADE: 30 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 6 metros.

COMPRIMENTO: machos até 150 cêntimetros e as fêmeas até 200 cêntimetros.

PESO: 32 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: golfo de Califórnia e Este do Océano Pacifico.
BIOLOGIA: este tubarão de um colorido tão característico frequenta as águas litorais ao longo da costa do Pacífico, dos Estados Unidos. É uma presença constante nas Baías de águas superficiais da Califórnia. Encontra-se normalmente em fundos arenosos a menos de 3 metros de profundidade. A maioria dos tubarões leopardo permanecem dentro de uma área em particular, não recorrem grandes distâncias como alguns membros da sua familia, isto provoca algumas diferencias genéticas dentro da mesma espécie. Durante os meses de Março a Junho a fêmea dá à luz entre 6 - 24 jovens leopardos depois de um período de gestação de 10 -12 meses. Estes pequenos predadores nascem com cerca de 20 cêntimetros, porém o seu crescimento é relativamente lento e leva vários anos até madurar. Devido ao seu crescimento tão lento o tubarão leopardo esteve em vias de extinção durante a década dos 80, devido à pesca massiva desta espécie, depois de um breve periodo de declive, as novas leis de pesca salvaram a espécie. Devido ao seu lento crescimento nos Estados Unidos é um dos peixes mais desejados no sector da aquariofilia. 
ALIMENTAÇÃO: ameijoas, milhocas, carangueijos, camarões, qualquer tipo de peixes do seu habitat.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, mosca, corrico, surfcasting, pesca embarcada.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 20,160 quilos e foi capturado no dia 31 de Dezembro de 2011 por Maria de la Luz Johnson em San Diego Bay, Califórnia.
   
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quarta-feira, 29 de julho de 2015

O BLACK BASS MARINHO - Centropristis striata (Linnaeus, 1758)

FAMILÍA: serranídeos.

LONGEVIDADE: 20 anos.

PROFUNDIDADE: 0 - 20 metros.

COMPRIMENTO: 60 cêntimetros.

PESO: 5 quilos.

DISTRIBUIÇÃO: Canada, Flórida e Golfo do México.
BIOLOGIA: um peixe realmente bonito e combativo, de côr generalmente negra com bandas azuis verticais que descem desde a espinha dorsal até ao ventre, que normalmente também é de côr azul claro. Encontra-se em fundos rochosos com águas calmas ou em estuários.A melhor época para pescar esta espécie es de Maio a Junho e de Novembro a Dezembro. É um peixe hemafrodita que pasa grande parte de sua vida como fémea embora durante a época de acasalamento mude de sexo para procrear. A sua luta depois de fisgado é asombrosa para o tamanho e peso que chega a alcançar esta espécie. 
ALIMENTAÇÃO: crustáceos,anélidos,camarões e pequenos peixes.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, jigging, pesca embarcada.

O VIDEO: a pesca do Black Sea Bass a jigging.
RÉCORD IGFA: encontra-se actualmente em 5,200 quilos.

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