AMIGOS DE PEIXES DESPORTIVOS DO MUNDO

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O SNAKE HEAD - Channa micropeltes (Cuvier, 1831)


FAMÍLIA: charanídeos.

LONGEVIDADE: ?

COMPRIMENTO: 183 cêntimetros.

PESO: 30 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-30 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Ásia, India, China e Paquistão.
BIOLOGIA: durante o seu estado de alevin, é apenas um bonito peixe, quase de aquário com o corpo completamente vermelho, marcado por manchas transversais que podem ser côr de laranja ou negras, alimentando-se de plâncton, insectos e pequenos crustáceos, porém quem vê este inocente peixinho e não o reconhece fica bastante sorpreendido com o "monstro" em que se transforma ao atingir o estado adulto. Com clara preferência por barragens e canais, habita águas com abundante vegetação subaquática. Predador carnívoro, alimenta-se de peixe, rãs, sapos, cobras e ratos. Ao atingir maiores dimensões, procura poças fundas e aí permanece saindo somente para se alimentar, altura em que se tiver a oportunidade não deixa escapar qualquer tipo de ave aquática que se deixe capturar. Os machos são territoriais e têm tendência a morder uma vez capturados. As mordeduras são bastante perigosas porque um macho com cerca de 1 kilo, pode fácilmente com uma dentada amputar um dedo. O seu nome vem da peculiar forma que tem a sua cabeça, parecida com a das serpentes (snake). A côr do Snakehead varia dependendo muito do habitat onde se encontre mas o mais normal é um dorso cinzento-negro com o ventre branco. A família dos snake head´s é bastante estensa, este que menciono no artigo é o maior de todos e portanto o mais buscado pelos pescadores desportivos, no entanto qualquer dos outros membros da família é um digno adversário para ser pescado, como exemplo aqui ficam alguns dos restantes membros de esta grande familía: channa striata, channa marulius, channa africana, channa argus, channa lucius, etc.
ALIMENTAÇÃO: qualquer das presas antes mencionadas e amostras.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, mosca, bóia e ao fundo. Em grandes extensões de água também ao corrico.

O VIDEO: a captura de um snake head.
RECORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 5,220 quilos capturado por Jean-Francois Helias no dia 16/03/2007 na reserva Srinakarin em Tailândia.

                                                       HOMENAGEM AOS AMIG@S

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O MAHSEER - Barbus Tor putitora (Hamilton, 1822)


FAMÍLIA: ciprinídeos.

LONGEVIDADE: ?

PESO: 70 quilos.

COMPRIMENTO: 180 cêntimetros.

PROFUNDIDADE: 0-20 metros.

DISTRIBUIÇÃO: India, Assam e Birmânia.
BIOLOGIA: considerado um peixe sagrado na India, o mahseer dourado dos Himalaias tem vários "primos" entre eles o famoso Humpback Mahseer do rio Kaveri, também conhecido por mahseer corcunda devido à enorme protuberância que têm junto à barbatana dorsal e que também alcança tamanhos extraordinários. O mahseer dourado é um peixe realmente bonito, para além de grande lutador; alimenta-se de peixes, moluscos, caranguejos; possui um formidável jogo de dentes farígenos na garganta com os quais tritura as conchas mais duras. Nâo existe corrente que possa impedir este peixe, visto que a superfície das suas barbatanas e rabo são maiores que o seu próprio corpo; gosta dos rios com rápidos, rochas e poças. Capturar um barbo dourado é sem dúvida o sonho de todo pescador.
ALIMENTAÇÃO: peixes, caranguejos; podem ser engodados com boilles.

MÉTODOS DE PESCA: Ao fundo, á bóia ou com mosca e amostras.
O VIDEO: a incrível luta do Golden Mahseer.
RÉCORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 12,246 quilos capturado por Jeff Currier no dia 29/05/2008 no rio Ramganga, India.

                                                       HOMENAGEM AOS AMIG@S

O GOONCH - Bagarius yarrelli (Sykes, 1839)


FAMÍLIA: sisorinídeos

LONGEVIDADE: ?

COMPRIMENTO: 200 cêntimetros.

PESO: 100 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-30 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Ásia, Mekong e Indonésia.
BIOLOGIA: durante a sua fase juvenil parece esse típico peixe que toda a gente gosta de ter no seu aquário. Porém ao crecer esse bonito e estranho peixe que se podía confundir com um (plecostomus), passa rápidamente a ser o animal mais temido pelos habitantes do río donde vive. Este predador oportunista, encontra-se normalmente na queda dos rápidos, onde espera que a corrente lhe ofereça uma presa fácil; gosta de descansar em poças profundas. Alimenta-se de um pequeno peixe próprio do seu habitat chamado "chilwa", bastante parecido à tainha, e do "mahseer", outro peixe parecido com o barbo que atinge tamanhos descomunais. Emigra em cardume e como curiosidade, costuma seguir as carpas de Siam que emigram na mesma época, no final da época das chuvas quando a água se encontra mais turva; é um peixe singular com uma enorme boca repleta de afiadissimos dentes e com umas barbatanas peitorais tao grandes que parecem asas. Na Indía é o peixe mais buscado pelos pescadores desportivos! Junto a este gigante, o seguinte peixe mais procurado da Indía é o Mahseer, um enorme parente do barbo que cresce com tamanhos sonhados por qualquer pescador, em breve farei um artigo sobre ele.
ALIMENTAÇÃO: a anteriormente citada.

MÉTODOS DE PESCA: ao fundo e à bóia.

RÉCORD IGFA: 87,090 quilos, capturado por Jakub Vágner em Junho de 2012. 

                                                     HOMENAGEM AOS AMIG@S

A CAVALA DA INDIA - Acanthocybium solandri (Cuvier, 1832)


FAMÍLIA: escombrídeos.

LONGEVIDADE: ?

COMPRIMENTO: 250 cêntimetros.

PESO: 80 quilos.

PROFUNDIDADE: 0 -20 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Oceano Atlântico, Índico, Pacífico, Caraíbas e Mediterrâneo.
BIOLOGIA: foi referido pela primeira vez como peixe desportivo pela tripulação do Endeavour, cujo capitão James Cook pescou o primeiro e o baptizou como A. solandri , em homenagem a Daniel Solander, o grande cientista Sueco tripulante desse barco. Capaz de atingir um velocidade de 80 km/hora, é um peixe de corpo comprido com "a cabeça" fusiforme; a sua côr vai desde o prata ao cinzento prateado, com tons azulados no dorso e uma cauda bifurcada. Vive em mar aberto, normalmente em cardumes e alimenta-se de peixe e lulas. Mas o nome pelo qual é mais conhecido é sem duvída Wahoo, pocos são os peixes que possam rivalizar com a potência de combate de esta flecha com barbatanas. 
ALIMENTAÇÃO: peixes do seu habitat, lulas e amostras.

MÉTODOS DE PESCA: corrico, spinning, a mosca, á deriva.

O VIDEO: a captura de uma cavala da India pelo saudoso Rubinho, grande pescador brasileiro.

RECORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 83,460 quilos capturado por Sara Hayward no dia 26/07/2005 no Cabo San Lucas, Mexico.

                                                        HOMENAGEM AOS AMIG@S

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A PIRAÍBA - Brachyplatystoma filamentosum (Lichtenstein, 1819)

FAMÍLIA: pimelodídeos

LONGEVIDADE: ?

COMPRIMENTO: 300 cêntimetros.

PESO: 210 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-50 metros.

DISTRIBUIÇÃO: América do Sul, Brasil(rios Amazonas e Orinoco). Também Argentina e Panamá.
BIOLOGIA: Esta família contém cerca de 30 géneros. É um peixe que se alimenta nas capas superficiais da água, aspirando o alimento, com preferência por fundos suaves ou lodosos; são encontrados mais fácilmente nas bocas dos rios, esperando que a corrente lhes leve o alimento. Formidável combatente, capaz de levar qualquer pescador ao sofrimento para o trazer a terra. É o maior peixe de couro da bacía amazônica, possui um corpo roliço com uma cabeça comprimida e olhos pequenos situados na parte superior da cabeça. Os bigodes maxilares são grossos e muito compridos, chegando a ser cerca de duas vezes o tamanho do corpo. Nos jovens alcançam 2/3 do corpo. O segundo par de bigodes mentonianos é pequeno, no entanto alcança a base da barbatana peitoral. A barbatana adiposa têm aproximadamente o mesmo tamanho que a barbatana anal. Durante a fase juvenil a côr que apresenta é de um cinzento claro com várias manchas escuras e arredondadas que vão desaparecendo com a idade. Essa côr no estado adulto passa a um cinzento escuro con tons castanhos no dorso. A sua carne não é muito apreciada o que favorece muito o crecimento desta maravilha da natureza, já que apenas é preseguido pela incrível batalha que dá na pesca desportiva. 
ALIMENTAÇÃO: peixes do seu habitat.

MÉTODOS DE PESCA: ia e ao fundo.

O VIDEO: simplesmente impressionante!!
RÉCORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 155 quilos capturado por Jorge Massullo de Aguiar no dia 29/05/2009 no rio Solimões, Brasil. No entanto esse récord somente é válido para a IGFA. Porque no rio Kuluene foi capturada uma piraíba com 210 quilos pela mão de Pedro Gonçalves Pereira. 

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domingo, 18 de outubro de 2009

O PEIXE-GATO DE MEKONG - Pangasianodon gigas (Chevey, 1931)

FAMÍLIA: pangasiídeos.

LONGEVIDADE: ?

COMPRIMENTO: 150 cêntimetros.

PESO: 350 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-50 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Ásia, onde a sua maior concentração se dá em Mekong.
BIOLOGIA: têm o corpo alargado ligeiramente comprimido, com uma mandíbula arredondada e uma cabeça relativamente grande. O macho tem uma cabeça mais pequena, enquanto a fêmea tem a ponta da boca larga e uma parte do seu abdómen proeminente; os olhos estão completamente separados dos parpados e carecem de dentes; possuem um par de bigodes rosados que se ocultam junto a boca e dois orifícios nasais bem separados um do outro. Vive em grandes cursos de água e lagos e alimenta-se de vegetação e pequenos invertebrados. Tem uma das mais altas taxas de crescimento do mundo e é capaz de alcançar 1-5 metros e 200 quilos em apenas 6 anos. Citado no livro Guinness dos recordes como o maior peixe de água doce. Um dos lagos mais famosos para a sua pesca desportiva encontra-se em Mekong, o lago Bung Sam Lam onde convive com numerosas espécies tais como a Arapaima, a Carpa de Siam, o Snake Head. Por esse facto é conhecido em meio mundo como o peixe gato de Mekong.
ALIMENTAÇÃO: principamente vegetal para a sua pesca utiliza-se uma massa confecionada com pão, leite de côco e algum outro ingrediente "secreto".

MÉTODOS DE PESCA: à bóia.

O VIDEO: a incrível batalha que dá um peixe gato de Mekong.
RECORD IGFA: encontra-se em 86,640 quilos capturado no dia 14/12/2009 por Joseph Stewart Ball no Gillhams Fishing Lodge, Krabi, , Thailand.

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A CARPA DE SIAM - Catlocarpio siamensis Boulenger, 1898


FAMÍLIA: ciprinídeos.

LONGEVIDADE: ?

COMPRIMENTO: 300 cêntimetros.

PESO: 300 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-30 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Ásia, principalmente na Tailândia e Singapura.
BIOLOGIA: a "mãe" de todas as carpas, similar em certo ponto às nossa carpas, têm a peculiaridade de alimentar-se 90% de vegetais; o que mais chama a atenção desta carpa (para além do seu descomunal tamanho) são os seus grandes olhos e a sua boca perfeitamente adaptada para arrancar algas e vegetação em geral. Com um corpo compacto coberto de enormes escamas de um tom esverdeado devido possivelmente à alimentaçao, possui uma única barbatana dorsal curta mas alta e uma grande caudal com a qual se pode imaginar a potência deste peixe ao ser capturado. Quando juvenil habita pequenos cursos de água e lagos. Pode ser criada em cativeiro desde que o seu habitat seja rico em vegetação. Um dos lagos mais famosos para a sua pesca desportiva está em Bangkok.
ALIMENTAÇÃO: básicamente vegetais, pão, batata e algumas massas confeccionadas com queijo e ainda minhocas de grandes dimensões.

MÉTODOS DE PESCA: á bóia, ao fundo e buldó.

O VIDEO: a captura de uma carpa de Siam.
RÉCORD IGFA: encontra-se em 61 quilos e foi capturada por Keith Williams no dia 9 de Outubro de 2013 no lago Gillhams fishing resorts em Krabi, Tailândia.

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A CORVINA - Argyrosumus regius (Asso, 1801)


FAMILÍA: escienídeos.

LONGEVIDADE: 50 anos.

COMPRIMENTO: 250 cêntimetros.

PESO: 100 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-300 metros.

DISTRIBUIÇÃO: a oeste do Oceano Atlântico, Gibraltar, Noruega, Congo, Mediterrãneo, Mar Negro; emigra para o Mar Vermelho através do Canal do Suez.
BIOLOGIA: é um dos peixes mais imponentes e espectaculares que qualquer pescador pode desejar. Com o seu mimetismo podem apresentar desde uma cor bronze escura que quase parece preto ou um bronze claro quase branco; em qualquer dos casos, as pintas claras ou escuras contrastando com o seu corpo, fazem este peixe inconfundível. É uma das espécies de roncadores, pois com a ajuda da bexiga natatória conseguem produzir ruídos parecidos ao roncar, que utilizam para manter o cardume agrupado, principalmente em condições de águas turvas. Predador de todo tipo de seres vivos do seu habitat, tem um especial delirio pelas lulas e chocos. Nas costas portuguesas podem ser pescadas todo o ano com maior incidencia nos meses de Maio a Outubro. Dão preferência a zonas de pedra e areia, entrando também em rios e estuários, onde desovam e se alimentam de tainhas. Poderoso lutador que utiliza tudo o que tem para tentar escapar, só se entrega quando está completamente extenuada.

ALIMENTAÇÃO: lulas, tainhas, cavalas, chocos(preferencialmente vivos) e amostras.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, jigging, corrico, bóia, fundo e surfcasting.

O VIDEO: captura de uma corvina pelo amigo Luis Ceia.


RECORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 48 quilos e foi capturada por Laurent Morat no dia 30/03/1986 em Nouadhibou, Mauritânia.

*Dedicado ao meu pai, grande pescador de corvinas, com o qual tanto aprendi.

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sábado, 17 de outubro de 2009

A DOURADA - Sparus aurata (Linnaeus, 1758)


FAMÍLIA: esparídeos.

LONGEVIDADE: 11 anos.

COMPRIMENTO: 70 cêntimetros.

PESO: 17 quilos.

PROFUNDIDADE: 0 -150 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Oeste do Oceano Atlântico, Mediterrâneo, Ilhas Canárias, estreito de Gibraltar, Ilhas Britânicas, Mar Negro e Cabo verde.
BIOLOGIA: é um esparídeo primo direito do Pargo, com uma fisionomia quase gêmea mas variando a tonalidade. A côr base é o cinzento-prateado, branco na barriga, "bochechas" alaranjadas e uma mancha transversal dourada na cabeça que lhe dá o nome. Provida de uma dentadura que faz inveja a muito peixe maior, utiliza-a para trincar os seus petiscos favoritos, os ouriços e os mexilhões, embora também revolva os fundo à procura da tiagem (outro "grumet" para a dourada). Hemafrodita, macho em jovem e fêmea em estado adulto, a dourada é um peixe desconfiado, mas por vezes curioso; desloca-se sempre em cardume salvo quando atinge uma idade considerável, momento em que se torna solitária. Habita em fundos de abundante vegetação subaquática e fundos de areia, junto a costa, fazendo com regularidade incursões em baías e estuários. A sua pesca pratica-se com mais regularidade desde costa na modalidade de surfcasting, porém a dorada pode ser captura em qualquer situação, é um lutador formidável que nos deixará o coração num punho com as terriveis cabeçadas que dá ao tentar escapar-se. Um dos iscos mais exóticos para a captura da dorada, é o caracol de terra, pode parecer estranho no entanto a dourada é louca por este bichinho.
ALIMENTAÇÃO: Todo tipo de anelídeos, mexilhões, tiagem, ouriços, caranguejos e caracóis de terra.

MÉTODOS DE PESCA: Surfcasting, à Bóia, ao Fundo.

O VIDEO: a captura de uma dourada a surfcasting.
RECORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 7,360 quilos e foi capturada por Jean Serra no dia 13/10/2000 no estuário Florn, França.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O ROBALO RISCADO - Morone saxatilis (Walbaum, 1792)

FAMILIA: moronídeos. 

LONGEVIDADE: 40 anos.

COMPRIMENTO: 200 cêntimetros.

PESO: 57 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-30 metros.

DISTRIBUIÇÃO: Atlântico, rio St. Lawrence no Canadá, rio St. John's a Norte da Flórida, a Norte do Golfo do México.
BIOLOGIA: é o maior da espécie, inconfundível pelas riscas longitudinais dos seus flancos. Na fase juvenil alimenta-se de zooplancton, insectos, anelídeos, camarões e outros crustáceos. Vive em águas costeiras fazendo incursões em baías, rias e estuários para se alimentar. Ao atingir a maturidade, a sua dieta muda para peixes de maior porte tais como, enguias, tainhas, cavalas, polvos e caranguejos.Durante a fase de reprodução não se alimenta. Predador feroz e oportunista e grande lutador, utiliza de forma hábil as correntes para caçar. Em alguns lugares também se denomina Robalo-muge devido à semelhança que tem com a tainha(muge).
ALIMENTAÇÃO: qualquer dos alimentos anteriormente descritos e amostras.

MÉTODOS DE PESCA: surfcasting, jigging, spinning, a mosca e a bóia.

O VIDEO: um conselho!!
RECORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 35,600 quilos capturado por Albert McReynolds no dia 21/09/1982 em Atlantic City, New Jersey U.S.A.

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O ROBALO - Dicentrarchus labrax (Linnaeus 1758)


FAMILIA: moronídeos.

LONGEVIDADE: 20 anos.

COMPRIMENTO: 100 cêntimetros.

PESO: 14 quilos.

PROFUNDIDADE: 0-100 metros.

DISTRIBUIÇÃO: oeste do oceano Atlântico, Noruega, Ilhas Canárias, Mediterrãneo e Senegal.
BIOLOGIA: Enquanto juvenil, vive em estuários e rias, caçando em cardume e capturando camarões, pequenos peixes tais como tainhas, peixe-rei, biqueirão, sardinhas etc. Ao atingir a maturidade caça mais na costa embora continue a fazer incursões em estuários e rias. Caçador implacável, o rei prateado não gasta energia sem necessidade; quando falha um ataque prefere esperar por outra oportunidade e só em raras ocasiões volta a atacar a mesma presa. À família dos moronideos pertencem também o robalo riscado/stripped bass (o maior da espécie), o robalo branco, o robalo do norte, o robalo Australiano e a Baila. Prefere águas com energia e espuma, onde deambula com destreza. O acasalamento dá-se no Inverno, mais própriamente entre os meses de Novembro a Fevereiro, com maior incidência nos dois primeiros meses do ano; uma grande fêmea põe os ovos no fundo e uma corte de machos(menores em tamanho) cobrem-nos de sémen; reproduzem-se em zonas próximas da costa com fundos de areia grossa e onde existam pedras.
ALIMENTAÇÃO: o robalo é um predador voraz alimenta-se práticamente de tudo, desde caranguejos, camarão, lulas, chocos e peixes.

MÉTODOS DE PESCA: spinning, surfcasting, à bòia, ao corrico.
RECORD IGFA: categoria All-Tackle, encontra-se em 10,120 quilos capturado por Phillip Boulet no dia 28/05/1999 em Pirou, Francia.

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