AMIGOS DE PEIXES DESPORTIVOS DO MUNDO

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O PEIXE-SERRA - Pristis pectinata

                             EM PERIGO DE EXTINÇÃO EM PERIGO DE EXTINÇÃO !!!
                      EM PERIGO DE EXTINÇÃO EM PERIGO DE EXTINÇÃO !!!

FAMILIA:  pristídeos

LONGEVIDADE: ?

PROFUNDIDADE: 0 - 20 m

COMPRIMENTO: 760 cm

PESO: 350 kg


DISTRIBUIÇÃO: Mediterrâneo e águas temperadas e tropicais do Atlântico.



BIOLOGIA: os peixes-serra (pristídeos) em realidade são raias parecidas com tubarões com focinhos compridos e achatados munidos de filas de dentes fortes e  afiados de cada lado. O peixe-serra de dentes grandes (Pristis pristis) e o de dentes pequenos Pristis pectinata são espécies do Atlântico que podem atingir pesos descomunais. Os peixes-serra também vivem em água doce devido à sua tolerâncias à baixa salinidade, poe exemplo o peixe-serra de dentes grandes encontra-se a 750 km do local donde desagua o rio Amazonas.

Basicamente estes dois peixes-serra são iguais, a maior diferença entre eles é que o peixe-serra de dentes pequenos (Pristis pectinata) possuis mais dentes (24 ou mais) encuanto o peixe-serra de dentes grandes (Pristis pristis) só têm 20 ou menos. É um peixe que normalmente se encontra a pouca profundidade porém têm a capacidade de alcançar profundidades enormes nas suas deslocações em busca de novos territórios. Utiliza a sua serra para escravar os fundos á procura de alimento e para defender-se como se de um esgrimista se trata-se e mata com facilidade tubarões. Actualmente encontra-se em perigo de extinção pois durante muitos anos foram pescados de maneira sistemática para vários fins, embora o mais conhecido fosse utilizar a sua serra como motivo de decoração.

É uma das seis espécies de peixe-serra que existem mundialmente em rios, lagos e áreas costeiras tropicais e subtropicais. Os peixes-serra caracterizam-se por ter longevidade alta, taxas de crescimento lentas, maturação tardia e baixa fecundidade (taxas de natalidade). Se adicionar-mos a estas características, o facto de que estes peixes ficam presos muito fácilmente em aparelhos de pesca, é fácil compreender por que é que todas as espécies de peixe-serra são extremamente vulneráveis à sobrepesca, e que a sua capacidade de recuperação de uma redução drástica da população é muito lenta. Desta forma, infelizmente, devido à sobrepesca e à destruição do seu habitat, o peixe-serra foi erradicado da maioria da sua distribuição geográfica passada.



INSTRUCÇÕES PARA LIBERTAR UM PEIXE-SERRA COM SEGURANÇA !!!
Se for capturado com Anzol:

* Mantenha o peixe sempre dentro de água.

* Se conseguir faze-lo com segurança, desenrede o fio de pesca, caso esteja enredado na serra, e retire o máximo possível.

* Corte o fio o mais próximo possível do anzol.

* Não tente remover qualquer anzol a menos que possua um libertador de anzóis com asa.


Se for capturado com rede:

* Faça o máximo esforço para libertar o animal da rede causando o mínimo dano e stress.

* Mantenha o animal, especialmente as brânquias, o máximo possível dentro da água.

* Tente remover toda a rede e liberte rapidamente o animal.


NUNCA CORTE A SERRA A UM PEIXE-SERRA!

ALIMENTAÇÃO: invertebrados, crustáceos e peixe.

MÉTODOS DE PESCASurfcasting, Pesca embarcada.

                            ACONSELHO AS AMOSTRAS PELA DESPORTIVIDADE.

RÉCORD IGFA:  para esta espécie encontra-se em 403,920 kg, foi capturado por Jack Wagner em Fort amador no canal de Panamá, em 26/05/1960. Mas não é um Peixe-serra de dentes pequenos e sim um de dentes grandes. Para o peixe-serra de dentes pequenos não há récord.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O PICÃO VERDE - Stizostedion vitreum


FAMILIA:  percídeos

LONGEVIDADE: 29 anos

PROFUNDIDADE: 0 - 27 m

COMPRIMENTO: 107 cm

PESO: 11,300 kg


DISTRIBUIÇÃO: U.S.A


BIOLOGIA:  os percídeos constituem  uma família de peixes ampla e diversa que compreende a perca e outras espécies com ela relacionadas. Como é o caso de esta espécie possui uns grandes olhos vítreos que se destacam durante o dia e que brilham à noite quando a luz os ilumina, tal como os gatos. É o maior de todas as percas norte americanas. Trata-se de uma espécie apreciada não só pelo seu valor desportivo, mas também pelo culinário, visto que a sua carne é deliciosa. Encontra-se tanto em águas correntes como paradas, alimenta-se na sua juventude de larvas de insecto e outros invertebrados passando mais tarde a uma dieta mais ampla e variada. Ao tocar o picão verde ou qualquer percídeo verificaremos que é bastante áspero devido ao facto de que as suas escamas são as chamadas escamas ctenóides - escamas que apresentam um ligeiro serrilhado nos rebordos. As escamas lisas sem serrilhado como as que apresentam a carpa são chamadas ciclóides.

Pode ser confundida com o Picão Europeu ou Lucioperca. São peixes que perferem águas profundas e com pouca luz e normalmente só se aproximam da superficie ou da margem durante a noite ou em dias nublados. A sua reprodução dá-se normalmente durante os meses de abril - maio.

                                                                 Cortesia de.



ALIMENTAÇÃO: peixes, salamandras, lagostins, cobras, rãs e patos ou outras aves aquáticas.


MÉTODOS DE PESCA: spinning, mosca, corrico, jigging.


                      ACONSELHO AS AMOSTRAS PELA DESPORTIVIDADE.

RÉCORD IGFA: encontra-se em 11,340 kg capturado por Mabry Harper no lago Old Hickory em Tennessee U.S.A. no dia 08/02/1960.

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